A Íris agora escreve no blog Arco-Íris da Íris, em http://arcoirisdairs.blogspot.com/

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Último dia de férias – parte 3

(continuação)

A despedida

Eu visto o cinto de liga sem cuidado algum em esconder minha bucetinha de Eduardo. Vamos rumo ao hotel. Eduardo segue para o estacionamento subterrâneo com a desculpa que não quer passar pelo hall do hotel para ninguém me ver nem desejar. Estaciona e abre a porta para eu sair. Subimos pelo elevador até ao andar certo. Quando as portas abrem Eduardo me pega ao colo e leva até a porta do quarto. Pede a chave e abre a porta, entramos e ele fecha a porta com o pé.

O quarto é enorme, uma cama grande com colcha de seda e muitas almofadas a enfeitar. Na parede à frente da cama tem um espelho enorme. Eu tinha comprado algumas velas e espalhado pelo quarto antes de sair.

Eduardo me deita na cama e me beija na boca. Acende as velas peço para ele ligar e pedir champanhe e frutas. Quando ele está no telefone eu vou até ao guarda-roupa e guardo minha mala, deixando a porta um pouco aberta e vou em frente do espelho tirar os brincos, sempre olhando para Eduardo pelo reflexo do espelho.

- Quero que você fique apenas de sutiã, cinto de liga e salto-alto! – eu obedeci, soltei o cabelo, desci as alças do vestido e ele deslizou no meu corpo até ao chão. Eduardo ordenou que me deitasse, eu deitei mas antes beijei-o.

- E tu? Vais ficar vestido a noite toda?

- Não! Só até chegar o nosso pedido!

Nisso batem a porta. Eduardo vai abrir e aceita o pedido. Pousa as frutas e o champanhe na mesa perto da cama e tira a camisa.

- Vem tirar as minhas calças...

Obedeci. Eduardo estava em pé, ao fundo da cama. Gatinho até ele por cima da cama e quando chego no chão beijo sua boca, enquanto desaperto suas calças. E vou beijando o peito de Eduardo até chegar junto de seu pau. Fico ajoelhada na frente dele e começo punhetanto bem devagar aquele pau delicioso. Eduardo segura nos meus cabelos apenas para me sentir, sem forçar nada, mas eu passo minha língua nele, de cima a baixo, em volta do cacete. Mas eu quero ter ele na minha boca, então começo a chupar a cabecinha, e vou descendo bem de vagar até chegar a meio, volto a subir e a descer de novo até onde consigo engolir aquele pau.

- Ah Íris, você vai pagar por me ter ignorado na balada! – disse ele entre suspiros e gemidos – Isso... Chupe minha cachorrinha!

Eu continuava chupando ele. Aumentando a velocidade aos poucos e olho nos olhos de Eduardo, bem safada. Paro de chupar e continuo punhetando ele.

- E como eu vou pagar isso? – Eduardo segura nos meus cabelos e me faz olhar para ele.

- Continua chupando! Não pára! – diz aproximando seu pau da minha boca. Eu obedeci. Continuei chupando. Engoli seu pau quase até às bolas e comecei um vaivém louco com seu pau na minha boca, cheguei até a roçar meus dentes para fazer Eduardo gemer ainda mais na minha boca. Apertei o seu bumbum gostoso e dei um tapa nele. Eduardo começou a se mover, fodendo minha boquinha com movimentos fortes e firmes. Eu sentia o seu pau socando na minha boca.

Então Eduardo segurou minha nuca me puxando para cima, passando o seu pau nos meus peitos, roçando nos meus biquinhos. Eu apertei o seu pau entre meus peitos e tentei tocar-lhe com a língua. Pedi para ele fuder os meus seios e Eduardo obedeceu sem vacilar, começou socando neles aquele pau delicioso enquanto apertava meus bicos duros de tanto tesão.

- É isso que você gosta, né sua vaquinha safada? – eu nem respondi. Estava adorando ver aquele caralho fuder meus peitos – Chega! Eu não quero gozar já!... – dizendo isso Eduardo segura meu braço e me encaminha para a poltrona que está perto da janela – Fica de quatro que nem uma cadelinha que você é!

Eu obedeci. Fiquei que quatro e empinei bem a minha bundinha, oferecendo ela e minha bucetinha para Eduardo.

- Que visão magnifica essa hein?!... Você é bem gostosa! Mas se portou mal na balada viu? E agora vai pagar por isso sua safada vadia! – dizendo isso Eduardo dá um tapa bem forte na minha bunda. Eu dei uma gemidinha de dor e tesão e ele repetiu, com a mesma firmeza e a mesma força – Rebola essa bunda gosta para mim vai! Implora com ela para eu não bater mais!

Comecei uma rebolada gostosa. Conseguia ver os carros e as pessoas passando lá em baixo pela janela, e eu ali naquela delícia de noite. Minha última noite no Brasil iria ser inesquecível.

- Safada! Está olhando os caras lá em baixo é? – dito isto sinto outro tapa bem mais forte, desta vez não foi de tesão que gemi, mas sim de dor – Você merece sua puta!... Não chego eu para você não? Cadela safada! Rebola esse cu para mim de uma vez vai! – eu obedeci. Rebolei bem gostoso minha budinha. Sentia meu mel pingar pelas minhas coxas. Eduardo ajoelhou na frente de minha bunda e com as duas mãos separou as minha nádegas e passou a língua, desde meu grelinho até ao buraquinho do meu cu, como se fosse um gelado delicioso. Tremi de tesão com aquela língua gostosa percorrendo meu íntimo. Eduardo ficou me chupando nem sei quanto tempo, mas foi muito, uma delicia mesmo. Gozei na língua dele enquanto a enfiava na minha xana e dançava bem lá dentro. Eu apertava meus bicos que doíam ainda mais de tesão, enquanto Eduardo enfiava um dedo no meu cuzinho e chupava meu grelo como um bebé chupa o peito da mãe. eu estava enlouquecendo de tanto tesão, minha bucetinha fazia um barulho bem gostoso quando Eduardo chupava ela. Então ele trocou, enfiou o dedo na minha bucetinha e começou passando língua no meu cuzinho. Ficamos nisto um pouco, eu rebolando na cara dele e Eduardo me chupando com firmeza e tesão.

- Quero chupar-te outra vez! – quando eu digo isso Eduardo me puxa pela cintura, me deita na cama e se deita por cima de mim fazendo um 69. Enquanto chupava minha buceta Eduardo socava na minha boca. Trocamos de posição e ficámos de lado, Eduardo segurava minha perna no ar para deixar minha buceta bem a vontade para ele chupar, e eu chupava aquele cacete delicioso, arranhava um pouco com os dentes e cabecinha dele.

- Não aguento mais sem te comer gostoso! Quero enfiar cada centímetro do meu pau na sua bucetinha quente! Vem cavalgar em mim gata! – dizendo isto Eduardo se deita e me puxa para cima dele. Sento no seu pau, virada para ele e pego naquele cacete delicioso e fico passando ele na entrada da minha bucetinha sem deixar ele entrar. Sei que Eduardo está louco para me comer, mas continuo brincando e provocando ele. Fico assim um tempinho e logo deixo seu pau entrar na minha buceta, bem devagar para me deliciar com aquele caralho. Inicio o movimento roçando meus seios na boca de Eduardo que aperta minhas coxas na diracção dele. Peço-lhe ao ouvido que me coma o cu com um dedo e ele obedece prontamente. Dou uma trinca na orelha dele e beijo-lhe a boca, sempre cavalgando.

- Gosta de sentir minha pele na sua, minha portuguesinha gostosa? Minha cachorra!

Não repondo e arranho o peito de Eduardo que solta um gemido bem alto que me faz gozar no seu pau. Eduardo me tira de cima dele e eu me encosto no travesseiro, deixando meu cuzinho pronto para ele.

- Vem comeu meu cu como uma cadela vadia! – Eduardo obedece, se colocou por trás de mim e começou chupando, beijando e lambendo meu cuzinho exposto para ele. Eu contraía meu buraquinho a cada toque da sua língua. Sinto os dentes de Eduardo morderem deliciosamente minhas nádegas. Sinto sua mão se juntar com a minha masturbando minha bucetinha completamente melada.

Eduardo se levanta da cama me deixando somente com minha mão, pega um lenço na cómoda e amarra minhas mãos na cama.

- Agora você vai ser uma verdadeira cachorra levando pau no cu! – eu não disse nada, apenas rebolei meu cuzinho para chamar Eduardo que estava me tirando o cinto de liga, massajando meus pés e minhas pernas enquanto descia as meias por elas.

- Chupa meu pezinho! – Eduardo obedeceu. Pegou delicadamente em um dos meus pés e começou chupando ele. Com meu pé que está livre eu passo no pau dele. Eu estava louca de tesão e sem poder me tocar, por isso tentava tocar com meus bicos no travesseiro. Eduardo percebeu que eu precisava ser tocada e disse para eu implorar que ele me tocasse. Foi o que eu fiz e ele cedeu. Ajoelhou na cama por trás de mim e passou a cabecinha na entradinha da minha bucetinha para lubrificar o seu caralho, deu duas estocadas bem fortes nela quando tirou o pau da minha buceta Edurado apertou minhas nádegas e separou-as para poder ver meu buraquinho que não parava de piscar de tanto tesão.

Eduardo tapa minha boca e enfia de vez seu pau no meu cu. Meu grito é abafado pela sua mão e Eduardo se debruça no meu ouvido, sem parar de socar, e diz que é assim que eu mereço ser pega, que nem uma cachorra vagabunda. Sinto tirar o pau de mim e destapar minha boca, mas Eduardo empurra minha cabeça contra a almofada e volta a enfiar seu pau inteiro mo meu cu de uma só vez, desta vez meu grito é abafado pela almofada. Tira mais uma vez o pau para fora e cospe no meu cuzinho, mete a cabeça do pau na entradinha e enfia de vagar desta vez. Sinto cada centímetro do caralho do Eduardo entrando no meu cu. Eu rebolo nele e Eduardo inicia um vaivém vigoroso e firmo no meu cu. É então que sinto jactos de porra dentro do meu cu.

- Sente o meu leite quente dentro de você cachorra! – eu sentia cada jacto que saia daquele caralho no meu cu. Eduardo deita sobre meu corpo e deixa que repousemos um pouco, sem me soltar as mãos. Nos beijamos e pouco depois Eduardo me solta.

Peço para ele abrir o champanhe enquanto eu preparo um banho para nós. Vou no WC e encho a banheira de água e sais de banho, espalho mais velas pelo WC. Eduardo chega com duas taças de champanhe e a bandeja da fruta e bebemos juntos e entrámos na banheira. Ficámos deitados bem juntos, comento alguma fruta e bebendo champanhe. Voltei a chupar Eduardo, e ele a mim. Dei mais uma vez minha bucetinha e meu cuzinho para ele e desta vez gozou na minha boca, bem no fundo da minha garganta. Engoli sua porra de boca aberta para que Eduardo pudesse ver seu gozo descer pela minha garganta.

Estávamos cansados e fomos deitar. Dormimos juntos naquela cama deliciosa.

Acordei bem cedo para não perder o voo de regresso a Portugal. Levantei sem fazer o mínimo de barulho, tomei um duche, me arrumei, peguei as taças de champanhe no WC e enchi de novo as duas, bebi a minha deixando uma marca suave de batom. Tiro os cartões de memória da câmara de filmar que inicialmente guardei no guarda-roupa e depois passei para o WC quando fui preparar o banho. Meto-os num envelope junto das taças de champanhe com uma nota dizendo:

“Obrigada por esta noite maravilhosa! Foi a minha melhor noite neste país quente. Deixei a tua taça de champanhe cheia para que possas brindar a mim e a esta noite.
Espero-te em Portugal! Beijos,
A sua portuguesa.
”



Saio do quarto, deixando Eduardo dormindo e o meu vestido preto ao lado dele. Pego avião rumo a Portugal.

(fim)





[Digo mais uma vez que dedico este conto ao xdanx e agradeço pela ajuda na escrita deste conto! Você sabe que a ajuda foi preciosa!]

sábado, 8 de agosto de 2009

Último dia de férias – parte 1

[Este conto é a tão esperada resposta ao conto do xdanx, A Rapariga na praia! - ArcoIris é delííícia. (cliquem no título para lerem o conto). Dividi em dois para não ficar muito grande. Não se esqueçam de ler a segunda parte.]


Na praia

Nos dias seguintes Eduardo tentou contactar-me ligando para o hotel, mas eu saía bem cedo para conhecer a cidade. No meu último dia em Maresias decidi deixar recado na recepção dizendo que se ele voltasse a ligar a moça dizer que eu estava na praia onde nos conhecemos, junto à rocha.

Fui para a praia, biquíni bem pequeno, pele queimada, bem que podia ser confundida com uma brasileira. Cheguei na praia, fui dar um mergulho e quando voltei para a toalha reparei que Eduardo estava chegando.

- Oi! Finalmente hein?! Pensei que já não queria me ver!

- Tirei uns dias só para mim... Fui conhecer a cidade!

- Acompanhado é bem melhor, viu?

Eu não respondi, sentei na minha toalha e olhando para ele desapertei a parte de cima do meu biquíni.

- Aqui pode-se fazer topless?

- Você está no Brasil, pode fazer tudo! – disse Eduardo enquanto me via destapar os seios.

Deitei na toalha, de barriga para cima tomando sol. Eduardo estendeu a toalha dele bem junto da minha e se deitou também, mas de barriga para baixo.

- Quando posso tirar mais fotos a você?

- Eu vou-me embora amanhã! Agora fotos só se fores a Portugal!

- Ainda temos o dia de hoje…

- Quem sabe...

- Você é safada mesmo né? Não abre o jogo...

Dei uma risada e disse de modo bem safado:

- Há coisas bem mais interessantes para fazer que tirar fotos!

Eduardo nem respondeu... Senti uma de suas mãos percorrer minha coxa, passando de leve pela minha xaninha, depois por minha barriga até chegar nos meus peitos desnudos.

- É! Há coisas bem mais interessantes, você tem razão! – disse Eduardo enquanto passava a mão nos meus seios. Senti um leve apertão no mamilo e isso me excitou bastante. A ideia de estar sendo acariciada por um brasileiro quase desconhecido, no meio na praia me excitou ainda mais e pedi a Eduardo que se virasse para cima. Ele virou e eu levei minha mão directa no pau dele. Já estava ficando duro, acho que estava pensando no mesmo que eu. Estávamos os dois excitados, no meio daquela praia cheia de gente por todo o lado.

Eduardo desceu a mão até minha bucetinha e passou um dedo por cima do biquíni. Não dava para perceber por causa do molhado da água, mas minha xana estava molhadinha com meu mel também. Eduardo começou um vaivém com o dedo na minha virilha. Eu estava farta de sentir o pau dele por cima do calção de banho e meti minha mão dentro. Senti o pau dele já bem duro e comecei a punhetar por baixo do calção. Eduardo aumentou a velocidade do vaivém do seu dedo, mas em direcção ao reguinho da minha buceta. Me imitou e enfiou sua mão por baixo do meu biquíni minúsculo. Aí sim conseguiu sentir meu mel escorrendo.

- Vamos ficar aqui? Não quer ir no meu apartamento de novo?

- Não, prefiro ficar aqui a apanhar sol!... – disse eu sacaneando ele.

Eduardo aceitou a sugestão e enfiou o dedo na minha xana... Nunca me imaginei apanhando sol no Brasil enquanto um cara enfiava um dedo na minha xana e eu o punhetava! Ficamos assim um tempo, aí pensei que tinha de retribuir aquele dedo maravilhoso, me sentei, tirei o pau dele para fora e comecei chupando. Reparei que Eduardo olhou em volta, talvez com receio que alguém estivesse olhando, mas eu tinha feito isso antes de abocanhar aquele caralho delicioso.

Tinha finalmente o pau do Eduardo todo na boca e comecei a passar língua dentro da minha boca. Eduardo geme baixo mas eu consigo ouvir seu gemido no meio de tanto som naquela praia. Tirei o caralho dele da minha boca e pude ver que a cabecinha estava bem vermelha e deliciosa... Comecei a chupar ela, apertei um pouco e chupei aquele suco lubrificante maravilhoso. Me pus numa posição em que Eduardo conseguisse chegar na minha xana e ele voltou a alisar minha xana cada vez mais melada. Voltou a enfiar um dedo nela, num vaivém bem frenético e delicioso.

Enquanto isso eu passava minha língua a todo o comprimento do caralho do Eduardo, até as bolas. Meto-o de novo na boca e ele, com a mão livre, segura meus cabelo e começa socando na minha boca. Eduardo avisou que ia gozar e eu tirei o caralho da boca e direcionei nos meus seios, comecei punhetando Eduardo até ele gozar. Senti aquele gozo quente escorrer pelos meus seios duros e continuei chupando ele para tirar o resto do gozo.

- Você é mesmo uma putinha safada viu?

Eu não respondi, me levantei e disse:

- Tens carro?

- Tenho! – disse ele.

- Então passa as 7 horas na porta no meu hotel. Escolhe o melhor restaurante da região. Nós vamos jantar lá! Até logo gato! – dito isto virei costas e fui-me banhar no mar. Ainda vi o Eduardo ir embora, e só depois voltei para a toalha.

(continua...)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um copo de vinho

- Posso passar aí para bebermos o vinho que me deves?
- Não estás com a tua mãe?
- Ela vai sair com o P.
- Eu também não me importava nada de sair com o P.!
- Já estivemos a falar melhor... Combinamos o vinho ou não?
- Sim, passa por cá!

E passou. Aliás, 15 minutos depois da conversa estava ele a tocar à campainha. Já não estávamos juntos há algum tempo. Os nossos encontros têm sido apenas virtuais.

Confesso que já tinha vontade de sentir o Filipe em mim... Não me venham com conversas por ser mais novo... Gosto dele assim como é! Gosto de o sentir em mim, gosto de gozar com ele... Gosto que ele me possua.

Bebemos um como de vinho. O que estava prometido há várias semanas. Não precisámos de mais para nos beijarmos. Ele tirou-me a blusa. Eu tirei a t-shirt dele e beijei-o onde consegui.

Não tardou a tirar-lhe o pau para fora e a chupá-lo com todo o gosto e vigor que sei.

Ele quis retribuir e depressa estávamos num delicioso 69 no tapete da sala.

Liguei o ar-condicionado no quente: adoro vê-lo suar... E suou... E eu também. E deliciámo-nos com os nossos corpos salgados. Aquele corpo foi novamente meu. Só meu, como eu quero e ele gosta.

Fudeu-me como gosto: forte, sem medo... Gritámos, gememos... Suámos mais.

Gozei na boca dele e chupei-o até ele gozar na minha. Outro copo de vinho.

Busquei dois lençóis, enrolámo-nos e fomos para a varanda beber o resto do vinho. Beijos, mãos atrevidas por sítios doces...

Ajoelhei-me, ali mesmo, tirei o pau dele para fora do lençol enrolado à cintura e chupei-o. Vi-o revirar os olhos. Gemer baixo. Chupei, lambi, brinquei com aquele mastro maravilhoso de adolescente. Gozou na minha boca. Engoli como ele gosta.

Estava tarde e fomos deitar. Mais uma vez uma noite de sexo sem dormir.

É só a mim que ele se dá. Pode curtir com as miúdas da idade dele, mas sou eu que lhe dá prazer, sou eu que me alimento do seu leite. É a mim que ele deseja.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Meu jovem adolescente

Tal como prometido, depois do aniversário do Filipe ele foi meu!
Fui convidada pela minha amiga Ana para a festa de aniversário do seu filho. Filipe passou a festa toda me olhando e comendo com os olhos. Eu nem estava com roupa provocante nem nada! Vestia umas jeans justas e uma blusinha normal. A meio da festa, uma coisa em família, no quintal da casa deles, com alguns amigos do menino, Filipe chegou perto de mim e disse:
- Estás muito gira hoje!...
- Obrigada!
- Bem, vamos apagar as velas? – dizendo isso passou por trás de mim e passou sua mão na minha bundinha dando uma apalpada gostosa.
A festa acabou e eu fui para minha casa cedo, pois tinha aulas no dia seguinte. Passei a noite sonhando com aquele menino. Cheguei a acordar mal de noite pensado que era mau estar pensando num menino tão novo! Mas depois lembrei da mão dele na minha bunda e adormeci imaginando nossa foda que estaria próxima! Não lembro bem, mas devo ter sonhado com isso a noite toda porque acordei molhadinha. Fui para a faculdade e a meio do dia recebi uma mensagem da Ana no telemóvel dizendo que nos dias seguintes iria estar fora e se eu me importaria de acolher o Filipe em minha casa nesses dias. Pensei muito antes de responder… A vontade de comer o menino estava conflito com o facto de ele ser menor… Mas ganhou o tesão e disse que sim à Ana. Assim foi, nessa tarde minha amiga levou o filho até meu apartamento. Eu estou alugando um apartamento pequeno pois estudo fora da minha cidade. Como o apartamento só tem um quarto disse ao Filipe que teria de dormir no sofá da sala. Ele disse que não se importava e assim ficou. Era uma terça-feira e a Ana só voltaria na sexta-feira de manha, tínhamos muito tempo, não precisava avançar já. Nesse dia jantámos e vimos um pouco de televisão, eu deitei cedo pois tinha aula logo de manhã, Filipe, pelo contrário, só tinha aula de tarde e ficou vendo TV até tarde.
A meio da noite, tenho esta mania há muito tempo, levantei para beber água. Para ir do meu quarto até à cozinha é preciso passar pela sala, quando cheguei perto da porta comecei ouvindo uns gemidos baixos, espiei e vi o Filipe batendo uma punheta assistindo filme porno no seu computador portátil. Nossa… Fiquei de queixo caído quando vi o tamanho do caralho do menino!... Bem grande para um rapaz daquela idade! Fiquei ainda com mais tesão e vontade de dar para aquele menino. Aproveitei para me masturbar vendo aquela cena e ouvindo os gemidos do computador. Nossa… Quanta porra saiu daquele pau! Sem dúvida que Filipe é um menino muito bem dotado!... Não consegui gozar, com muita pena minha… Filipe se levantou e eu fui para o quarto e aproveitei para me tocar mais uma vez e gozar pensando naquele tesão de pau.
No dia seguinte quando Filipe chegou da escola eu já estava em casa. Vestia uns shorts de licra e um top curtinho, pois tinha aproveitado a tarde livre para fazer uma pouco de exercício em casa. Quando o menino chegou ficou me olhando de cima a baixo. Eu fingi que não percebi. Fui tomar um duche e quando cheguei no meu quarto, enrolada na toalha, me deparei com ele deitado na minha cama:
- A tua cama é mais confortável que o sofá!
- Eu sei!... Durmo nela todos os dias!
- E fodes nela muitas vezes?
- Algumas!... Outras vezes fodo noutros sítios!
- Como por exemplo?!
- No carro, na casa da outra pessoa, onde calha…
Filipe levantou-se e aproximou-se de mim… Senti sua respiração no meu ombro (ele é da minha altura… Bem desenvolvido como já disse!)… Pôs suas mãos nas minhas coxas e me puxou para junto do seu corpo e me beijou no ombro, no pescoço e por fim na boca… Demos um longo beijo de língua. Tirei a camisola do Filipe e comecei beijando seu corpo. Ele tirou a minha toalha e começou passando a língua no meu peito… Quando chegou nos bicos dos meus seios começou a chupar gostoso e eu gemendo no seu ouvido. Sentei na cama e baixei as calças dele, peguei seu pau e comecei lambendo como um gelado… Chupei a cabeçona vermelha e aquele buraquinho gostoso na ponta. Filipe segurou no meu cabelo começou o vaivém na minha boca. Eu ia passando a língua no seu cacete e delirando com os gemidos do garoto. Quando se deu por satisfeito me soltou e puxou minhas pernas para que eu deitasse. Assim fiz e ele abriu minhas pernas ao máximo. Ajoelhou no chão e começou lambendo minha xaninha raspadinha como se fosse um gelado. Eu estava louca de tesão e comecei a esfregar na cara dele e ele aproveitou bem, enquanto me chupava enfiava um dedo na minha bucetinha. Eu gemia bem alto e gostoso e gozei na boca dele e ele chupou tudinho. Ele deitou-se e me virou de lado, de costas para ele. Com uma mão começou a bolinar meu clítoris enquanto beijava minhas costas.
- Não és virgem pois não?
- Querias que fosse?
- Tanto faz!
- Não, não sou virgem! Desde os 13 anos!
- Vocês agora começam muito cedo!
- Ao menos sei como te fuder! – quando disse isto levantou minha perna e começou a passar a pontinha do caralho na minha xaninha até que enfiou tudo de uma vez. Eu gemi bem alto e ele me beijou. Ficámos assim naquela posição um bom tempo e eu estava adorando. Filipe tirou o pau da minha buceta e voltou a chupá-la.
- Dá-me o cu!
- Vais tratá-lo bem?
- Vou tratar como mereces! Vá dá-me o cu!
Eu me ajoelhei na cama e empinei minha bundinha para ele.
- Quantos já enfiaram aqui?
- Come e cala-te! Não tens nada a ver com isso!
E foi o que ele fez. Passou a língua no meu buraquinho, cuspiu nele e por fim enfiou a cabecinha e depois socou todo. Eu rebolava gostoso no seu pau e gemia muito de tesão. Filipe deitou o seu corpo no meu e pela respiração dele percebi que ia gozar. Assim foi. Senti uns quantos jactos de porra no meu cuzinho. Deitámos abraçados e nos beijámos durante algum tempo enquanto sentia o leitinho dele escorrer nas minhas coxas. Ficámos nos amassos um tempo. Eu fui à cozinha buscar uma bebida. Então peguei também em uns cubos de gelo e levei para o quarto. Quando cheguei o Filipe continuava deitado. Sentei em cima dele e passei o gelo no peito dele. Ele estremeceu mas gostou, porque por baixo de mim pude sentir seu pau dando sinal. Passei a língua no rasto do gelo e cheguei na boca dele beijando-o. Filipe pegou em outro cubo de gelo e passou nos meus mamilos, que rápido endureceram de frio e tesão, chupando-os como um bebé tirando leite da mãe.
Deitei meu corpo para trás e ele passou as mãos desde as minhas coxas até meu pescoço. Pegou no cubo do gelo e passou no meu grelinho… Meu Deus que tesão… Pedi para repetir e ele obedeceu. Ficámos passando gelo um no outro até derreter. Demos mais uma trepada e encomendámos uma pizza e ficamos namorando no sofá. Dormimos juntos na minha cama e, claro, a noite foi nossa. Filipe nem parece ter a idade que tem.

Depois da aventura vieram as consequências! – parte II

[Continuação…]
- Amanhã é o meu dia de folga, mas depois eu quero repetir o que fizemos hoje!
Eu não respondi. Comecei a vestir-me. Ajeitei as cuecas e a saia, depois meus peitos ainda babados no sutiã e quando eu ia vestir a camisa o meu professor destrancou a porta e imediatamente entrou outro professor, que partilhava o gabinete com o professor Luís. Fiquei paralisada com a camisa na mão a olhar para a porta. Aquele professor eu não conhecia, mas sabia que era bem rígido e mal-humorado, daqueles desprezíveis mesmo.
- Estavas a diverti-te Luís? – perguntou o professor. Soube depois que seu nome era Rui. Era bem mais alto que eu, jogava charme, mas tinha sempre cara de zangado quando o via pelos corredores. Cabelo rapado, olhos escuros, lábios finos, barba com tamanho de três dias, pele branca, sempre de camisa e calças de ganga. Eu sabia que era professor de algo relacionado com artes (pintura, ou coisa do género).
Reparei que uma de suas mãos, que eram bem grossas, foi direita ao volume entre suas pernas. Pensei que numa maneira de sair dali mas o segundo professor voltou a trancar a porta e se aproximou de mim. Sorriu ligeiramente e disse:
- Não vale a pena vestires-te! Eu também quero divertir-me!
- Eu quero ir-me embora! – olhei para o professor Luís que mais uma vez se estava divertindo com minha cara de medo, ele nem disse nada e ficou só olhando.
Professor Rui já estava bem em cima de mim, pouco faltava para sentir a sua respiração no meu pescoço. Quando estava prestes a beijar-me empurrou-me contra a parede e encostou-se na secretária dando o jeito para Luís conseguir me ver.
- Apetece-me ver um strip!... Podes começar a tirar o resto da roupa...
Eu não fiz nada. Apesar de ter gozado muito sendo comida pelo Luís, aquilo já ultrapassava tudo para o que eu estava preparada!
- Que merda de aluna escolheste tu para nos divertir pah! – disse o Rui ao Luís. Aí eu percebi que aquilo tinha sido armado pelos dois. Agora sei que aquilo é comum entre eles: escolhem uma das alunas para chantagear e se divertir, quando se cansam trocam.
Rui se aproximou de mim e com toda violência tirou um dos meus peitos para fora e apertou com muita força o meu bico e disse que se eu não obedecesse a eles nunca mais acabaria meu curso, nem ali nem em lado nenhum. Não sei como eles fariam isso, mas na altura, com medo e com a dor, nem pensei nisso. Disse que faria o que eles quisessem. O professor Rui largou meu bico e antes de voltar para junto da secretária deu uma chupada no meu bico. Aquilo devolveu meu tesão. Decidi voltar a caprichar para eles.
Confesso que já tinha feito uns quantos strips para o meu namorado, mas nada de mais. Virei-me de costas para eles e empinei o meu bumbum, acariciei ele por cima da saia e fui subindo até ficar com meu rabinho todo à mostra. Brincava com as minhas cuequinhas (calcinhas) enfiando elas no meu reguinho e passava a outra mão na minha xana. Enquanto isso os professores cochichavam algo que eu não consegui perceber. Virei de frente para eles e comecei acariciando meus peitos por cima do sutiã. Virei ficando de perfil para eles e tirei minha saia empinando a bunda. Vi que eles ficaram loucos. Virei de costas e desapertei o sutiã, atirei para o chão e me acariciei de costas para eles. Virei de frente eles e continuei acariciando meus peitos. Pus uma mão dentro das minhas cuecas (calcinhas) e acariciei o meu clítoris. Já estava bem molhadinha a minha xana. Dei o jeito para que aqueles homens conseguissem perceber os meus gestos. O professor Rui abriu o fecho das suas calças e tirou seu pau para fora e começou a bater uma punheta para mim. Não era tão grande como o do Luís, até era mais pequeno que o do meu namorado. Tinha para aí uns… 17,5cm, mas era muito grosso mesmo. Luís estava fazendo o mesmo por baixo da secretária. Voltei a virar-me de costas para eles e tirei as cuequinhas e deixei o meu buraquinho bem à vista deles. Rui me chamou e quando eu cheguei perto ele nem falou uma única palavra, segurou meus cabelos e direccionou minha cabeça para o pau dele. Chupei a cabeça avermelhada e depois enfiei o pau na minha boca. Chupei durante um tempo passando língua mas depois ele segurou bem forte na minha cabeça e começou a fuder a minha boca. Ele enfiava com tanta força e tão fundo que eu quase vomitei.
Depois de algum tempo nesse boquete ele me puxou pelos cabelos e me jogou na secretaria. Fiquei de bruços com minha cara bem perto do pau do Luís. Rui se abaixou, abriu minhas pernas e começou me chupando ao mesmo tempo que enfiada um dedo na minha xana. Aquilo me enlouquecia e eu já estava no ponto… Sendo chupada ao mesmo tempo vendo bater uma punheta bem na minha cara é um tesão que eu não vou esquecer. Abri a boca para Luís enfiar o seu pau mas ele não quis, cheguei à conclusão que cada um tem seu tempo para fuder a garota que escolheram, foi o que eu pensei. Gozei bem gostoso na boca do Rui e ele chupou meu mel todinho. Se levantou e posicionou a cabeçona grossa do seu pau na minha entrada. Eu senti ele massajando meu clítoris com sua cabeçona… Que tesão!... Aí ele forçou a entrada da cabeça, mas parou para eu me habituar à sua grossura… Socou mais um pouco e parou até voltar a socar tudo até as bolas. Eu me sentia alargada, mas com muito tesão. Quando ele socou tudo eu gemi alto e levei um tapa no rabo como sinal para não dar escândalo. Rui segurou meus cabelos e começou fudendo minha buceta com muita fúria!
Quando se cansou daquela posição me jogou conta a janela, a minha sorte é que não havia ninguém na rua. Deu o jeito para eu empinar o meu cuzinho e cuspiu nele. Meu deus aquela grossura toda no meu cu era demais!... Ele nem se importou, não fez como na buceta, enfiou tudo e sempre que ficava difícil cuspia mais um pouco no pau e no meu buraquinho! À medida que ele ia socando eu ia batendo com meus peitos no vidro frio o que excitava ainda mais aquele gelo nos meus bicos.
Rui fudeu gostoso o meu cu enquanto Luís batia uma punheta bem devagar vendo. Voltei a ser jogada na secretária mas desta vez de barriga para cima. Luís se levantou e continuou batendo punheta bem junto do meu rosto. Enquanto isso Rui voltou a socar no meu cu e a chupar meus peitos. Chupou e mordeu muito os meus bicos frios de terem batido tanto no vidro da janela.
Luís finalmente gozou. Me mandou abrir a boca e gozou bem dentro dela sem deitar nada para fora. Rui mandou eu esperar e não engolir já pois queria juntar a porra dele com a de Luís para eu engolir junto. Eu tentei aguentar mas Rui demorou a gozar e eu tive que engolir a porra do Luís pois já estava me engasgando. Quando percebeu o que eu tinha feito Rui parou de me fuder e me deu um tapa na cara e me jogou no chão me chamando de puta reles. Ajoelhou junto de mim e me abriu as pernas com a máxima violência. Continuou a fuder minha buceta e gozou dentro dela. Para abafar seu urro de gozo mordeu meu peito com tanta força que quase fez golpe. Me doeu pra caramba e gritei de dor levando outro tapa na cara. Luís que já se havia recomposto nem ligou e Rui se levantou e recompôs também. Eu me levantei e perguntei se já podia ir embora! Confesso que gozei bastante mas não estava habituada àquilo, ainda!!!...Eles me liberaram e eu me arrumei e saí dali direita a casa. Tomei um banho e como não consegui para de pensar no que tinha acontecido me masturbei muito durante o duche!

Depois da aventura vieram as consequências! – parte I

Este conto é uma espécie de continuação do meu primeiro conto “Comida no Estúdio de Fotografia” e é igualmente verídico.
Pois bem, poucos dias depois do dia da “aventura” com o Pedro meu professor de Edição de Imagem me chamou no final na aula e disse que tinha esquecido o meu trabalho no gabinete dele, se eu queria ir lá buscar. Eu respondi que tinha de ser bem rápido pois tinha assuntos importantes da Associação de Estudantes para tratar. Ele disse que sendo assim ficaria para outro dia pois ele tinha que me dizer o que eu errei, para depois corrigir. Eu não me importei, pois já sabia a nota, só faltava mesmo ele me devolver o trabalho.
Meu professor, de nome Luís, à primeira vista não é nada de especial. Alias, tem cara de meio doido (rsrsrs). Mas é bem simpático e bom professor. Ele é pouco mais alto que eu, tem cabelo castanho-escuro, pele bronzeada do sol, olhos cor de mel escondidos debaixo de uns óculos bem graduados.
Só fui ter com o professor Luís na tarde do seguinte. Bati na porta do seu gabinete e me anunciei. Ele me mandou entrar. O gabinete tinha duas janelas que davam para a traseira da faculdade, mas os estores estavam a meio e por isso entrava pouca claridade. Ele mandou-me sentar na cadeira em frente da sua secretária e me explicou os erros que eu tinha feito no trabalho e como eu poderia melhorar.
- Agora vais mostrar-me o que aprendeste com o que eu te acabei de dizer. Tens aqui um vídeo e vais editá-lo como eu te ensinei. – dito isto virou o portátil dele para mim e eu cliquei no Play.
Filho-da-P***!... O mundo caiu nos meus pés quando eu vi, no ecrã do computador do meu professor, eu e o Pedro fudendo no Estúdio de Fotografia. Meu rosto deve ter ficado de todas as cores vendo aquelas imagens em tom verde, típico das imagens nocturnas. Depois de se deliciar com a minha cara de pânico, ele me disse:
- Pois bem, tu até podes melhorar o teu trabalho, mas só terás boa nota se fizeres igual, ou melhor do que fizeste com o teu namorado nesse dia!
Demorei a responder. A voz não saía da minha boca.
- Como é que filmou isto? – perguntei eu. Ele me disse que estava na arrecadação do Estúdio quando eu e o meu namorado entramos e que quando ia a sair para ver quem estava ali, percebeu o que se estava passando e pegou na câmara de filmar dele e decidiu filmar-nos. Me disse ainda que o barulho que nós ouvimos tinha sido ele que se desequilibrou pois quase que não aguentava de tanto tesão.
- Desde esse dia que tenho imensa vontade de te comer.
- O professor só pode estar doido! – disse eu com algum receio do que ele poderia fazer pois se levantou da sua cadeira e se aproximou de mim.
- Estou doido sim… Mas para comer-te! – trancou a porta e se sentou na secretária à minha frente – Não te faças de difícil, no fundo tu até queres isto! - abriu o fecho de suas calças e tirou o seu pau para fora. Estava já meio duro, não sei se por ouvir os sons vindos do computador ou se por ver a minha cara de medo – Podes começar a chupar! – dito isto aproximou o pau da minha boca e quase forçou a entrada – Chupa logo porra!
Eu abocanhei o caralho dele. Era muito maior que o do Pedro e que o do meu namorado anterior. Comecei, um pouco contrariada um movimento de vaivém muito mecânico.
- Ou chupas isso em condições puta ou garanto-te que vais passar o resto da tua vida no primeiro ano da faculdade!
Então eu decidi caprichar para ver se ele me deixava em paz de uma vez por todas. Passei a língua ao longo daquele caralho, chupei no buraquinho e depois só a cabeçona. Enfiei bem fundo na minha boca, mamei um pouco e depois chupei as bolas dele. Voltei a enfiar o pau na minha boca e lá dentro minha língua ia brincado com aquela pedra já bem dura e cheia de veias. Enquanto eu mamava nele o professor Luís tirou sua camisola e eu pude ver o quão bem aquele homem se tratava. Podia até nem ser atraente de cara, mas seu corpo (e seu pau) compensavam bem. Ele tirou o pau da minha boca e disse que não queria vir-se já.
Por coincidência, nesse dia eu estava também com o Traje da faculdade, mas apenas com o colete e a camisa, pois estava muito calor e eu trazia o casaco na mão. Meu professor me sentou na secretária dele e me tirou o colete e a camisa. Sem perder tempo tirando o sutiã, ele tirou minhas mamas para fora e as chupou como se fosse um cordeiro faminto. Aí eu comecei me excitando pois sua língua quente e até um pouco áspera parecia saber bem como tratar um mamilo. Enquanto lambia e chupava meus peitos o professor Luís subiu minha saia e procurou com sua mão minha rachinha já molhada. Desviou minhas cuequinhas e começou alisando o meu clítoris. Não aguentei e gozei. Ele sentiu meu gozo no seu dedo e deu para eu chupar, voltou a me acariciar e desta vez chupou ele seu dedo.
- Hum… Sabe tão bem!... Quero que gozes outra vez na minha boca! – assim se ajoelhou e abocanhou minha rata. Sua língua entrou na minha racha e dançou lá dentro um bom bocado. Luís ajudava com seu dedo tocando no meu clítoris e eu empurrava ainda mais sua cabeça contra a minha entrada quente e húmida. Ele me lambeu e chupou muito e eu gozei mais uma vez na boca dele e ele se deliciou muito
– És saborosa! - quando eu gozei ele se levantou e se posicionou. Levantou minhas pernas e colocou nos seus ombros – Quando me sentires dentro de ti nunca mais vais querer outra coisa! – ainda nem tinha acabado a frase já estava socando o pau em mim. Acho que ele fez isso com a sua máxima força de propósito para me magoar. E conseguiu! Seu pau era de facto muito maior que aquilo a que eu estava habituada. Mas aquela dor depressa se tornou em prazer, em muito prazer mesmo!! A velocidade ia diminuindo mas a força continuava e eu enlouquecia de tão bom que aquilo era. O professor Luís com um gesto brusco me virou de costas e me deu uma palmada no rabo.
- Encosta-te na secretária sua cabra! – aquilo me excitou ainda mais e eu obedeci. Ele enfiou dois dedos na minha xana e depois os enfiou na minha boca para eu chupar enquanto ele se esforçava para enfiar o seu cacete no meu cuzinho. Como não conseguiu à primeira, pois era muito grade, e se irritou e me deu outra palmada ainda mais forte que a primeira – Que merda de cu, caralho! – puxou minha cabeça pelos cabelos e disse para eu chupar um pouco para lubrificar o pau. Eu chupei com a ajuda dele que forçava o vaivém da minha cabeça. Quando ele decidiu que estava bom me jogou de novo na secretária e sem aviso socou no meu cu. Forçou bastante para entrar a cabeça. Quando conseguiu não parou mais até às bolas.
- Pára! Assim dói-me! Faz mais devagar! Por favor! – meus olhos já tinham lágrimas de tanto que me doía. Ele nem ligou e continuou a socar com a máxima força que conseguia. Quando estava prestes a gozar tirou o cacete do meu cu e me empurrou para sentar na cadeira, me mandou abrir a boca. Eu obedeci e ele gozou bem em cima da minha língua.
- Engole de boca aberta para eu ver!! – eu engoli, tal e qual ele mandou – Limpa-me o caralho com essa língua de puta! – eu limpei, passei a língua por aquele cacetão e não deixei pinga de esporra no pau dele.
- Linda menina!... Vês? Não custou nada!... És de facto uma grande cabra, assim como eu gosto!... – sorriu cínico para mim e se sentou na sua cadeira – Vou guardar este vídeo para se algum dia voltar a fazer falta!...
- Posso vestir-me e ir embora? – perguntei eu.
[Continua…]

Comida no Estúdio de Fotografia

Este conto é bem real, passou-se há dois anos, no ano em que entrei para a faculdade. Na altura eu namorava com um rapaz mais novo que eu três anos, por isso ele andava em outra escola. Na altura eu tinha 19 e ele 16.
Houve um dia que o Pedro decidiu visitar-me na faculdade. Nas faculdades portuguesas existe um tipo de farda (chamamos Traje) que é opcional e podemos usar só quando nos apetece. Esse traje é composto, na versão feminina, por saia um pouco acima do joelho, camisa, colete e casaco (tal e qual um fato de noivo, mas com saia! Rsrs! É bem sexy, quando bem usado!) tudo em preto, menos a camisa que é branca. Bem, nesse dia eu estava com o traje da faculdade. Estou tirando o curso de jornalismo, actualmente estou no último ano, na altura estava no primeiro.
Eu e o Pedro estávamos no jardim nas traseiras da faculdade. Dos simples beijos de namorados passamos às carícias e sem mais o Pedro enfiou uma das mãos por baixo da minha saia até minha coxa. Apesar de já estar um pouco excitada, disse a ele que ali não era o sítio certo porque estavam sempre a passar pessoas.
-Então vamos para outro sítio! Quero estar contigo! – disse ele.
Então lembrei-me que o meu curso dá-me livre acesso ao Estúdio de Rádio da faculdade. Fomos até lá, mas para azar estava ocupado. Então lembrei-me do Estúdio de Fotografia. Estava livre. Entramos e ele começou a beijar-me ardentemente. Com alguma dificuldade acendi a luz exterior de aviso de ocupado e a luz do estúdio se apagou automaticamente. O ambiente lá dentro ficou apenas com três pequenas lâmpadas vermelhas. Pedro sentou-me em uma secretária de apoio, tirou-me o casaco e o colete do traje e abriu os botões da camisa. Esqueci o pudor e o medo de sermos apanhados e tirei igualmente a blusa do meu namorado e enquanto ele me beijava o peito eu lhe puxava os cabelos. Pedro tirou os meus peitos para fora e os chupou com força.
-Quero fuder-te aqui! – disse ele no meu ouvido com voz de sacanagem. Eu não gostava que ele falasse assim comigo mas a partir daquele dia muita coisa mudou (rsrs).
Eu já estava molhada e completamente excitada, queria mesmo que ele me fudesse. Pedro me puxou para o chão, virou-me de costas e me inclinou para a frente, fiquei com a bunda empinada para ele e senti-o esfregar o seu pau no meu cu. Meu Deus que tesão!! Meu namorado puxou minha saia para cima e começou beijando minhas nádegas enquanto eu apertava meus mamilos.
-Fode logo vai!... – eu não aguentava mais esperar por aquele pau, que apesar de jovem já media uns bons 20cm e era grosso o suficiente para me dar muito prazer.
Ele nem respondeu, baixou minhas cuecas e começou a lamber e chupar a minha bocetinha, como vocês dizem. Aquela língua ali percorrendo a minha rachinha, para cima e para baixo, entrando e saindo… Gozei na cara dele quando ele começou a chupar o meu clítoris. Acho que nunca tinha gozado tão cedo! Rsrsrsrs… Então ele me pediu para chupa-lo. Eu chupei. Primeiro a cabecinha avermelhada, depois engoli aquele pau todo até onde consegui. Quase me engasguei mas não parei, chupei até as bolas dele.
-Adoro a tua boca!... Aaaaah que boca fantástica… Continua!... – continuei a chupa-lo até que ele me levantou e atirou para cima da secretária. Me abriu as pernas e roçou a cabecinha do pau na minha entrada quente e já bem húmida. De repente ele socou tudo com imensa força. Quase gritei de prazer mas lembrei-me que estávamos na faculdade. Estivemos assim um bom tempo até que eu pedi para ele fuder o meu cu. De pronto ele aceitou e eu me pus de quatro encostadas à mesa. Ele nem esperou eu ajeitar-me e enfiou o pau todo no meu buraquinho. Socou com força e eu tentava controlar-me para não gemer alto! Pedro começou a bater no meu rabo, meu Deus como aquilo me excitava!...
Pedro parou o vaivém pois ouvimos um barulho. Estivemos um pouco à escuta mas chegamos à conclusão que não era nada importante e ele continuou me fudendo.
-É hoje que vais engolir o meu leitinho amor?
-Sim!... – eu tinha sempre recusado. Deixava ele se vir na minha cara mas não deixava entrar na boca! Não sei porquê naquele dia eu estava louca.
Pedro tirou a piça de dentro do meu cu e puxou meus cabelos para aproximar minha cara do seu pau. Eu chupei até ele se vir bem dentro da minha boca.
-Pena e não conseguir ver bem dentro da tua boca com estas luzes!... Mas consigo sentir-te a engolir! – assim que acabou a frase Pedro pôs uma mão no meu pescoço e apertou – Engole para eu sentir! – eu engoli tudinho – És fantástica!...Vestimo-nos e saímos dali com a promessa de voltarmos a repetir!