A Íris agora escreve no blog Arco-Íris da Íris, em http://arcoirisdairs.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Último dia de férias – parte 3

(continuação)

A despedida

Eu visto o cinto de liga sem cuidado algum em esconder minha bucetinha de Eduardo. Vamos rumo ao hotel. Eduardo segue para o estacionamento subterrâneo com a desculpa que não quer passar pelo hall do hotel para ninguém me ver nem desejar. Estaciona e abre a porta para eu sair. Subimos pelo elevador até ao andar certo. Quando as portas abrem Eduardo me pega ao colo e leva até a porta do quarto. Pede a chave e abre a porta, entramos e ele fecha a porta com o pé.

O quarto é enorme, uma cama grande com colcha de seda e muitas almofadas a enfeitar. Na parede à frente da cama tem um espelho enorme. Eu tinha comprado algumas velas e espalhado pelo quarto antes de sair.

Eduardo me deita na cama e me beija na boca. Acende as velas peço para ele ligar e pedir champanhe e frutas. Quando ele está no telefone eu vou até ao guarda-roupa e guardo minha mala, deixando a porta um pouco aberta e vou em frente do espelho tirar os brincos, sempre olhando para Eduardo pelo reflexo do espelho.

- Quero que você fique apenas de sutiã, cinto de liga e salto-alto! – eu obedeci, soltei o cabelo, desci as alças do vestido e ele deslizou no meu corpo até ao chão. Eduardo ordenou que me deitasse, eu deitei mas antes beijei-o.

- E tu? Vais ficar vestido a noite toda?

- Não! Só até chegar o nosso pedido!

Nisso batem a porta. Eduardo vai abrir e aceita o pedido. Pousa as frutas e o champanhe na mesa perto da cama e tira a camisa.

- Vem tirar as minhas calças...

Obedeci. Eduardo estava em pé, ao fundo da cama. Gatinho até ele por cima da cama e quando chego no chão beijo sua boca, enquanto desaperto suas calças. E vou beijando o peito de Eduardo até chegar junto de seu pau. Fico ajoelhada na frente dele e começo punhetanto bem devagar aquele pau delicioso. Eduardo segura nos meus cabelos apenas para me sentir, sem forçar nada, mas eu passo minha língua nele, de cima a baixo, em volta do cacete. Mas eu quero ter ele na minha boca, então começo a chupar a cabecinha, e vou descendo bem de vagar até chegar a meio, volto a subir e a descer de novo até onde consigo engolir aquele pau.

- Ah Íris, você vai pagar por me ter ignorado na balada! – disse ele entre suspiros e gemidos – Isso... Chupe minha cachorrinha!

Eu continuava chupando ele. Aumentando a velocidade aos poucos e olho nos olhos de Eduardo, bem safada. Paro de chupar e continuo punhetando ele.

- E como eu vou pagar isso? – Eduardo segura nos meus cabelos e me faz olhar para ele.

- Continua chupando! Não pára! – diz aproximando seu pau da minha boca. Eu obedeci. Continuei chupando. Engoli seu pau quase até às bolas e comecei um vaivém louco com seu pau na minha boca, cheguei até a roçar meus dentes para fazer Eduardo gemer ainda mais na minha boca. Apertei o seu bumbum gostoso e dei um tapa nele. Eduardo começou a se mover, fodendo minha boquinha com movimentos fortes e firmes. Eu sentia o seu pau socando na minha boca.

Então Eduardo segurou minha nuca me puxando para cima, passando o seu pau nos meus peitos, roçando nos meus biquinhos. Eu apertei o seu pau entre meus peitos e tentei tocar-lhe com a língua. Pedi para ele fuder os meus seios e Eduardo obedeceu sem vacilar, começou socando neles aquele pau delicioso enquanto apertava meus bicos duros de tanto tesão.

- É isso que você gosta, né sua vaquinha safada? – eu nem respondi. Estava adorando ver aquele caralho fuder meus peitos – Chega! Eu não quero gozar já!... – dizendo isso Eduardo segura meu braço e me encaminha para a poltrona que está perto da janela – Fica de quatro que nem uma cadelinha que você é!

Eu obedeci. Fiquei que quatro e empinei bem a minha bundinha, oferecendo ela e minha bucetinha para Eduardo.

- Que visão magnifica essa hein?!... Você é bem gostosa! Mas se portou mal na balada viu? E agora vai pagar por isso sua safada vadia! – dizendo isso Eduardo dá um tapa bem forte na minha bunda. Eu dei uma gemidinha de dor e tesão e ele repetiu, com a mesma firmeza e a mesma força – Rebola essa bunda gosta para mim vai! Implora com ela para eu não bater mais!

Comecei uma rebolada gostosa. Conseguia ver os carros e as pessoas passando lá em baixo pela janela, e eu ali naquela delícia de noite. Minha última noite no Brasil iria ser inesquecível.

- Safada! Está olhando os caras lá em baixo é? – dito isto sinto outro tapa bem mais forte, desta vez não foi de tesão que gemi, mas sim de dor – Você merece sua puta!... Não chego eu para você não? Cadela safada! Rebola esse cu para mim de uma vez vai! – eu obedeci. Rebolei bem gostoso minha budinha. Sentia meu mel pingar pelas minhas coxas. Eduardo ajoelhou na frente de minha bunda e com as duas mãos separou as minha nádegas e passou a língua, desde meu grelinho até ao buraquinho do meu cu, como se fosse um gelado delicioso. Tremi de tesão com aquela língua gostosa percorrendo meu íntimo. Eduardo ficou me chupando nem sei quanto tempo, mas foi muito, uma delicia mesmo. Gozei na língua dele enquanto a enfiava na minha xana e dançava bem lá dentro. Eu apertava meus bicos que doíam ainda mais de tesão, enquanto Eduardo enfiava um dedo no meu cuzinho e chupava meu grelo como um bebé chupa o peito da mãe. eu estava enlouquecendo de tanto tesão, minha bucetinha fazia um barulho bem gostoso quando Eduardo chupava ela. Então ele trocou, enfiou o dedo na minha bucetinha e começou passando língua no meu cuzinho. Ficamos nisto um pouco, eu rebolando na cara dele e Eduardo me chupando com firmeza e tesão.

- Quero chupar-te outra vez! – quando eu digo isso Eduardo me puxa pela cintura, me deita na cama e se deita por cima de mim fazendo um 69. Enquanto chupava minha buceta Eduardo socava na minha boca. Trocamos de posição e ficámos de lado, Eduardo segurava minha perna no ar para deixar minha buceta bem a vontade para ele chupar, e eu chupava aquele cacete delicioso, arranhava um pouco com os dentes e cabecinha dele.

- Não aguento mais sem te comer gostoso! Quero enfiar cada centímetro do meu pau na sua bucetinha quente! Vem cavalgar em mim gata! – dizendo isto Eduardo se deita e me puxa para cima dele. Sento no seu pau, virada para ele e pego naquele cacete delicioso e fico passando ele na entrada da minha bucetinha sem deixar ele entrar. Sei que Eduardo está louco para me comer, mas continuo brincando e provocando ele. Fico assim um tempinho e logo deixo seu pau entrar na minha buceta, bem devagar para me deliciar com aquele caralho. Inicio o movimento roçando meus seios na boca de Eduardo que aperta minhas coxas na diracção dele. Peço-lhe ao ouvido que me coma o cu com um dedo e ele obedece prontamente. Dou uma trinca na orelha dele e beijo-lhe a boca, sempre cavalgando.

- Gosta de sentir minha pele na sua, minha portuguesinha gostosa? Minha cachorra!

Não repondo e arranho o peito de Eduardo que solta um gemido bem alto que me faz gozar no seu pau. Eduardo me tira de cima dele e eu me encosto no travesseiro, deixando meu cuzinho pronto para ele.

- Vem comeu meu cu como uma cadela vadia! – Eduardo obedece, se colocou por trás de mim e começou chupando, beijando e lambendo meu cuzinho exposto para ele. Eu contraía meu buraquinho a cada toque da sua língua. Sinto os dentes de Eduardo morderem deliciosamente minhas nádegas. Sinto sua mão se juntar com a minha masturbando minha bucetinha completamente melada.

Eduardo se levanta da cama me deixando somente com minha mão, pega um lenço na cómoda e amarra minhas mãos na cama.

- Agora você vai ser uma verdadeira cachorra levando pau no cu! – eu não disse nada, apenas rebolei meu cuzinho para chamar Eduardo que estava me tirando o cinto de liga, massajando meus pés e minhas pernas enquanto descia as meias por elas.

- Chupa meu pezinho! – Eduardo obedeceu. Pegou delicadamente em um dos meus pés e começou chupando ele. Com meu pé que está livre eu passo no pau dele. Eu estava louca de tesão e sem poder me tocar, por isso tentava tocar com meus bicos no travesseiro. Eduardo percebeu que eu precisava ser tocada e disse para eu implorar que ele me tocasse. Foi o que eu fiz e ele cedeu. Ajoelhou na cama por trás de mim e passou a cabecinha na entradinha da minha bucetinha para lubrificar o seu caralho, deu duas estocadas bem fortes nela quando tirou o pau da minha buceta Edurado apertou minhas nádegas e separou-as para poder ver meu buraquinho que não parava de piscar de tanto tesão.

Eduardo tapa minha boca e enfia de vez seu pau no meu cu. Meu grito é abafado pela sua mão e Eduardo se debruça no meu ouvido, sem parar de socar, e diz que é assim que eu mereço ser pega, que nem uma cachorra vagabunda. Sinto tirar o pau de mim e destapar minha boca, mas Eduardo empurra minha cabeça contra a almofada e volta a enfiar seu pau inteiro mo meu cu de uma só vez, desta vez meu grito é abafado pela almofada. Tira mais uma vez o pau para fora e cospe no meu cuzinho, mete a cabeça do pau na entradinha e enfia de vagar desta vez. Sinto cada centímetro do caralho do Eduardo entrando no meu cu. Eu rebolo nele e Eduardo inicia um vaivém vigoroso e firmo no meu cu. É então que sinto jactos de porra dentro do meu cu.

- Sente o meu leite quente dentro de você cachorra! – eu sentia cada jacto que saia daquele caralho no meu cu. Eduardo deita sobre meu corpo e deixa que repousemos um pouco, sem me soltar as mãos. Nos beijamos e pouco depois Eduardo me solta.

Peço para ele abrir o champanhe enquanto eu preparo um banho para nós. Vou no WC e encho a banheira de água e sais de banho, espalho mais velas pelo WC. Eduardo chega com duas taças de champanhe e a bandeja da fruta e bebemos juntos e entrámos na banheira. Ficámos deitados bem juntos, comento alguma fruta e bebendo champanhe. Voltei a chupar Eduardo, e ele a mim. Dei mais uma vez minha bucetinha e meu cuzinho para ele e desta vez gozou na minha boca, bem no fundo da minha garganta. Engoli sua porra de boca aberta para que Eduardo pudesse ver seu gozo descer pela minha garganta.

Estávamos cansados e fomos deitar. Dormimos juntos naquela cama deliciosa.

Acordei bem cedo para não perder o voo de regresso a Portugal. Levantei sem fazer o mínimo de barulho, tomei um duche, me arrumei, peguei as taças de champanhe no WC e enchi de novo as duas, bebi a minha deixando uma marca suave de batom. Tiro os cartões de memória da câmara de filmar que inicialmente guardei no guarda-roupa e depois passei para o WC quando fui preparar o banho. Meto-os num envelope junto das taças de champanhe com uma nota dizendo:

Obrigada por esta noite maravilhosa! Foi a minha melhor noite neste país quente. Deixei a tua taça de champanhe cheia para que possas brindar a mim e a esta noite.
Espero-te em Portugal! Beijos,
A sua portuguesa.



Saio do quarto, deixando Eduardo dormindo e o meu vestido preto ao lado dele. Pego avião rumo a Portugal.

(fim)





[Digo mais uma vez que dedico este conto ao xdanx e agradeço pela ajuda na escrita deste conto! Você sabe que a ajuda foi preciosa!]

Último dia de férias – parte 2

(continuação)

Noite louca

Depois da cena deliciosa na praia, arrumei minhas coisas e fui para o hotel. Tomei um banho de espuma enquanto desejava que a noite chegasse rápido. Depois de sair do banho fui numa loja de roupa perto e comprei um vestido, curto, preto, com um decote de enlouquecer. Voltei para o hotel. Me arrumei e à hora marcada desço do meu quarto: cabelo apanhado de lado com uma flor discreta, brincos longos e finos, sem colar, o vestido novo, preto, por cima do joelho, decote em V até meio dos seios, sem sutiã. Sandália preta, de salto pequeno.

Quando chego no hall do hotel vejo que o Eduardo já está me esperando. Eduardo vestia uma camiseta branca lisa, umas calças jeans com uns ténis allstars. Assim que me aproximei Eduardo me beijou na boca, puxando meu corpo contra o dele. Enquanto nos beijávamos senti seu perfume. Um perfume bem gostoso. Eduardo sugeriu que fossemos logo para o restaurante pois tinha marcado mesa para aquela hora e não queria perder nem um minuto daquela noite. Saímos do hotel e entramos no carro dele. Eduardo abriu a porta para eu entrar. Entrei.

O restaurante ficava um pouco longe do hotel, assim que arrancou o carro eu subi um pouco o meu vestido deixando minhas coxas um pouco à mostra.

- O que fez hoje de tarde? Descansou?

- Sim, um pouco! E fui às compras! E tu?

- Eu descansei sim, comi e trabalhei algumas fotos no computador! – dizendo isso Eduardo põe a mão na minha coxa, por cima do vestido – Você está linda!

- Obrigada! Também estás um gato! – sinto Eduardo descer a mão até o fim do meu vestido e sentir a pele dele junta da minha. Então ele sobe um pouco até minha virilha, por baixo do vestido.

- Nossa você... Veio preparada!

- Sim. Preparada para ti! – digo depois de Eduardo perceber que estou sem calcinha.

Parámos num semáforo e Eduardo se aproxima de mim e me beija de forma intensa, com a sua mão na minha xaninha, enfiando um dedo nela e sentindo meu mel.

- Hoje é a sua noite, hoje você será uma rainha! – sussurrou no meu ouvido – Hoje você não desejará saber a hora, o tempo, nem nada! Só vai querer fazer tudo o que sempre desejou.

Minha pele que já estava arrepiada graças ao dedo do Eduardo, ficou ainda mais com aquele sussurro.

Quando o semáforo fica verde Eduardo arranca, tirando a mão da minha xaninha. Fiquei um pouco vazia naquele momento. Então coloco minha mão no pau dele, por cima das calças, e noto que já esta ficando duro.

- Você não tem limites, Íris? Você gosta mesmo de aprontar, estou certo? – pergunta ele enquanto abre o fecho das calças e tira o pau duro para fora. Começo a punhetar aquele caralho gostoso enquanto digo:

- Sim, estás!... Aproveita bem a noite! – dito isto me abaixo e passo a língua na tora de Eduardo. Primeiro na cabecinha avermelhada, depois ao longo do comprimento. Acabo por enfiar aquele caralho tesudo na minha boca e comecei um boquete delicioso. Tiro e ponho da minha boca, passo nos lábios e volto a chupar.

Quando parámos de novo num semáforo Eduardo disse para eu parar pois estávamos chegando e tínhamos que nos recompor. Foi o que eu fiz. Quando chegámos na porta do restaurante Eduardo abriu a porta para mim. Entrámos e fomos encaminhados para o andar superior. Todo o restaurante era cheio de pormenores delicados e luxuosos, em tons de vermelho e dourado. Subimos por uma escada larga em caracol e fomos para uma mesa junto da janela. Havia mais gente no andar de baixo que em cima. A vista era maravilhosa: a cidade, a praia ao fundo...

- Não parei de pensar nem um segundo no sol que apanhámos de manhã! – disse ele.

- Nem eu! Nunca apanhei um sol tão delicioso!

- Pena que vá embora amanhã! Temos que aproveitar bem esta noite! - Eduardo ajeitou a cadeira para ficar mais próximo de mim e fiquei em delírio quando ele beijou na minha boca e senti sua perna roçar na minha.

- Você é uma delícia mesmo sabia?!

- Já tinham-me dito! Tu também és! – pus minha mão na perna dele e apertei, fui subindo até seu pau e comecei punhetando por cima das calças dele. Eduardo sorriu de tesão e não desviou o olhar de mim até o empregado aparecer para nos dar o Menu. Eu continuei com a mão no pau de Eduardo mais um bom bocado enquanto escolhíamos o que iríamos jantar. Eduardo fez a sua sugestão e eu aceitei, pedimos e enquanto esperávamos o prato chegar pedimos um vinho delicioso. Ficamos bebendo e Eduardo disse:

- Você está brincando com o fogo, gata!

- Eu? Porquê?

- Ainda não parou de atiçar meu pau! Não estou aguentando mais!

Olhei discretamente em volta e vi que ninguém estava olhando, escorreguei suave e discretamente pela cadeira para debaixo da mesa. A toalha chegava até ao chão, por isso não era vista por ninguém. Ajoelhei-me na frente de Eduardo, desapertei o cinto das calças e abri o fecho, tirei o caralho dele para fora e comecei chupando e punhetando ao mesmo tempo. Notei que Eduardo tentava conter a respiração, mas o êxtase aconteceu quando o empregado foi levar o nosso jantar. Minha buceta escorria mel, enfiei um dedo nela e continuei chupando mais um pouco. Parei antes de Eduardo gozar, ele falou que me podia levantar e foi o que eu fiz. Sentei, me recompus e passei o dedo que tinha enfiado na minha xana nos lábios de Eduardo:

- Sente como tu me deixas! - Eduardo lambeu meu dedo discretamente e os seus lábios. Aproximei minha cara dele e beijei-o. Jantámos e conversámos bastante sobre nós, sobre sexo... Quando acabámos fomos directos para uma balada (discoteca). Ficava a 1 km do restaurante, durante a viagem eu não falei com Eduardo, ele falava para mim mas eu só respondia o mínimo. Apercebi-me que aquele lugar era muito bem frequentado, entrámos e a música estava bastante alta, tudo muito escuro, apenas com luzes próprias de sítios como aquele, ali é a música que domina o ambiente.

Começamos a dançar. Eduardo se aproximou de mim tentando encaixar, eu me afasto um pouco, dançando sozinha. Eduardo ficou louco me vendo e tenta dizer algo no meu ouvido que eu nem liguei. Peço para ele ir buscar uma bebida. Ele vai e eu aproveito e subo em uma coluna de som, dançando que nem louca. Quando me vê dançando fica me olhando. Eu desvio o meu olhar sempre que o dele cruza no meu. Danço que nem louca, rebolo meu corpo provocando Eduardo que me olha sem tomar atenção em mais nada. Eu desço da coluna e pego meu copo, me aproximo de Eduardo mas quando nossos lábios estão bem próximos eu me afasto e continuo dançando. Eduardo fica-se deliciando com os meus movimentos. À medida que danço meu vestido acompanha meus movimentos e deixa ver minhas pernas. Na primeira oportunidade agarra meu braço e me puxa para si, beijando-me. Eu retribuo o beijo, mas depressa me solto e continuo dançando sem ligar importância para ele.

Algum tempo depois eu me aproximo de Eduardo e beijo ele dizendo que estava cansada e que queria que ele cumprisse a promessa de noite inesquecível. Ele retribuiu o beijo e deixou ficar um pouco sentido a respiração um do outro.

- Agora você vai ter o que merece! – diz no meu ouvido.

Nos encaminhamos para fora da balada e enquanto esperamos pelo carro nos beijamos. Eduardo abre a porta do carro e diz para eu entrar. Quando sento ele pede para eu abri o porta-luvas. Obedeço. Quando abro vejo um cinto de liga preto, bem sexy.

- Vamos, quero que você use! Vista!


(continua)

sábado, 8 de agosto de 2009

Último dia de férias – parte 1

[Este conto é a tão esperada resposta ao conto do xdanx, A Rapariga na praia! - ArcoIris é delííícia. (cliquem no título para lerem o conto). Dividi em dois para não ficar muito grande. Não se esqueçam de ler a segunda parte.]


Na praia

Nos dias seguintes Eduardo tentou contactar-me ligando para o hotel, mas eu saía bem cedo para conhecer a cidade. No meu último dia em Maresias decidi deixar recado na recepção dizendo que se ele voltasse a ligar a moça dizer que eu estava na praia onde nos conhecemos, junto à rocha.

Fui para a praia, biquíni bem pequeno, pele queimada, bem que podia ser confundida com uma brasileira. Cheguei na praia, fui dar um mergulho e quando voltei para a toalha reparei que Eduardo estava chegando.

- Oi! Finalmente hein?! Pensei que já não queria me ver!

- Tirei uns dias só para mim... Fui conhecer a cidade!

- Acompanhado é bem melhor, viu?

Eu não respondi, sentei na minha toalha e olhando para ele desapertei a parte de cima do meu biquíni.

- Aqui pode-se fazer topless?

- Você está no Brasil, pode fazer tudo! – disse Eduardo enquanto me via destapar os seios.

Deitei na toalha, de barriga para cima tomando sol. Eduardo estendeu a toalha dele bem junto da minha e se deitou também, mas de barriga para baixo.

- Quando posso tirar mais fotos a você?

- Eu vou-me embora amanhã! Agora fotos só se fores a Portugal!

- Ainda temos o dia de hoje…

- Quem sabe...

- Você é safada mesmo né? Não abre o jogo...

Dei uma risada e disse de modo bem safado:

- Há coisas bem mais interessantes para fazer que tirar fotos!

Eduardo nem respondeu... Senti uma de suas mãos percorrer minha coxa, passando de leve pela minha xaninha, depois por minha barriga até chegar nos meus peitos desnudos.

- É! Há coisas bem mais interessantes, você tem razão! – disse Eduardo enquanto passava a mão nos meus seios. Senti um leve apertão no mamilo e isso me excitou bastante. A ideia de estar sendo acariciada por um brasileiro quase desconhecido, no meio na praia me excitou ainda mais e pedi a Eduardo que se virasse para cima. Ele virou e eu levei minha mão directa no pau dele. Já estava ficando duro, acho que estava pensando no mesmo que eu. Estávamos os dois excitados, no meio daquela praia cheia de gente por todo o lado.

Eduardo desceu a mão até minha bucetinha e passou um dedo por cima do biquíni. Não dava para perceber por causa do molhado da água, mas minha xana estava molhadinha com meu mel também. Eduardo começou um vaivém com o dedo na minha virilha. Eu estava farta de sentir o pau dele por cima do calção de banho e meti minha mão dentro. Senti o pau dele já bem duro e comecei a punhetar por baixo do calção. Eduardo aumentou a velocidade do vaivém do seu dedo, mas em direcção ao reguinho da minha buceta. Me imitou e enfiou sua mão por baixo do meu biquíni minúsculo. Aí sim conseguiu sentir meu mel escorrendo.

- Vamos ficar aqui? Não quer ir no meu apartamento de novo?

- Não, prefiro ficar aqui a apanhar sol!... – disse eu sacaneando ele.

Eduardo aceitou a sugestão e enfiou o dedo na minha xana... Nunca me imaginei apanhando sol no Brasil enquanto um cara enfiava um dedo na minha xana e eu o punhetava! Ficamos assim um tempo, aí pensei que tinha de retribuir aquele dedo maravilhoso, me sentei, tirei o pau dele para fora e comecei chupando. Reparei que Eduardo olhou em volta, talvez com receio que alguém estivesse olhando, mas eu tinha feito isso antes de abocanhar aquele caralho delicioso.

Tinha finalmente o pau do Eduardo todo na boca e comecei a passar língua dentro da minha boca. Eduardo geme baixo mas eu consigo ouvir seu gemido no meio de tanto som naquela praia. Tirei o caralho dele da minha boca e pude ver que a cabecinha estava bem vermelha e deliciosa... Comecei a chupar ela, apertei um pouco e chupei aquele suco lubrificante maravilhoso. Me pus numa posição em que Eduardo conseguisse chegar na minha xana e ele voltou a alisar minha xana cada vez mais melada. Voltou a enfiar um dedo nela, num vaivém bem frenético e delicioso.

Enquanto isso eu passava minha língua a todo o comprimento do caralho do Eduardo, até as bolas. Meto-o de novo na boca e ele, com a mão livre, segura meus cabelo e começa socando na minha boca. Eduardo avisou que ia gozar e eu tirei o caralho da boca e direcionei nos meus seios, comecei punhetando Eduardo até ele gozar. Senti aquele gozo quente escorrer pelos meus seios duros e continuei chupando ele para tirar o resto do gozo.

- Você é mesmo uma putinha safada viu?

Eu não respondi, me levantei e disse:

- Tens carro?

- Tenho! – disse ele.

- Então passa as 7 horas na porta no meu hotel. Escolhe o melhor restaurante da região. Nós vamos jantar lá! Até logo gato! – dito isto virei costas e fui-me banhar no mar. Ainda vi o Eduardo ir embora, e só depois voltei para a toalha.

(continua...)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A menina do papai – parte 1

Por detrás da porta.

O meu nome é Carina, tenho 17 anos, cabelo liso pelos ombros, loiro. Olhos de gata, bem verdes. Peitos médios e empinadinhos. Bundinha também empinadinha e bem gostosa!

Desde sempre tive um gosto enorme pelo meu padrasto... Ele é um homem bem gostoso! Tem 37 anos, corpo malhado, cabelo curto loiro e olhos cor de mel. E tem uma bunda que me deixa louca de tesão! Sempre nos demos super bem, sem problemas, nossa relação sempre foi bem próxima, melhor que pai e filha!

Mas o desejo começou a crescer na noite em que ouvi o meu papi a fuder a minha mãe. O quarto deles é mesmo ao lado do meu e a meio da noite acordei com os gemidos deles. Fiquei logo excitada. A minha ratinha começou logo a dar sinal, ficou toda molhadinha. Levantei-me e fui até à porta do quarto deles. Estava meio aberta e espreitei lá para dentro. Vi o meu papi a meter o caralho na boca da minha mãe! Minha nossa, que caralho gostoso! Fiquei logo com vontade de o chupar. Quem me dera que em vez da minha mãe fosse eu que ali estivesse!

Desviei as minhas cuecas e comecei a tocar-me. Comecei por acariciar-me, mas estava gostoso demais e enfiei um dedo na minha coninha. Não consegui conter e soltei um gemido baixo, mas eles não ouviram, acho eu.

Só de ver esta cena cresceu-me logo água na boca de querer mamar naquele caralho. Confesso que me babei um pouco e pingou em cima do top do pijama, estava maravilhada a ver a minha mãe a mamá-lo, abocanhava-o todo, bem gulosa... Levantei o top e pus as minhas mamas de fora, tinha os mamilos tão durinhos que doíam... Não conseguia parar de mexer os meus dedos na minha cona.

Então o meu papi mandou a minha mãe pôr-se como uma cadela e lambeu-lhe a xana toda até ao buraquinho do cu! Nossa que vontade de dar para o meu papi! Fiquei a vê-los enquanto me masturbava. Quando mudaram de posição tive de me esconder porque a minha mãe ficou de frente para a porta. Consegui dar uma olhadela e vi que a minha mãe cavalgava no caralho do meu papi! Ele chamava-lhe puta e dizia para saltar mais alto, pelo barulho da cama percebi que ela obedecia.

Sentia-me toda a tremer de tanto tesão, estava suada, tinha a minha pele cheia de gotas de suor… E a minha xaninha cheia de gozo meu... O tesão era tanto que já nem sentia o corpo. Conseguia ouvir os gemidos loucos deles de prazer e as coisas que diziam um ao outro... Já não aguentava mais estar abaixada e escondida, doía-me as pernas… Levantei me e fiquei encostada ao lado da porta, encostada à parede. Assim conseguia ver tudo... Nesta posição os meus mamilos ficavam encostados à parede, e o frio ainda os fez ficar mais durinhos, estava tão gostoso!... A minha mão estava cheia de gozo e às vezes lambia os dedos todos, deliciava-me com o meu gosto.

Os meus pais fodiam que nem loucos... Ouvi a minha mãe dizer “canalha tesudo, rebentas-me toda… E o papi chamava-a de “puta, vadia, ordinária...

Percebi que a minha mãe já se tinha gozado umas duas vezes desde que eu estava a assistir àquela foda! Eu também estava quase a gozar na minha mão, mas não queria gozar já, abrandei os movimentos e fiquei só passando o dedinho no meu grelinho.

Entretanto ouço a minha mãe a dizer para o meu papi:

- Dá-me esse cuzinho gostoso! Quero lambê-lo…

Ao ouvir isto fiquei ainda mais louca de tesão... O medo de ser apanhada tinha passado completamente, só pensava em gozar! Nunca tinha tido tanto prazer até aquele dia… O tesão era tanto que comecei a enfiar um dedinho no meu cuzinho...

Vi o papi pôr-se de pernas bem abertas e a minha mãe a lamber lhe o cu e a punheta-lo. Quem me dera ser eu a fazer-lhe aquilo!... Ele estava a adorar porque só elogiava a língua da minha mãe. Acabei por gozar quando a minha mãe enfiou um dedo no cu do papi e ele gemeu que nem um louco, de tanto prazer... Chupei meu gozo dos dedos.

Então ele avisou-a que se ia vir e puxou-a para o chão, pôs o caralho na boca dela e gozou lá dentro, e vi minha mãe engolir a porra toda do meu papi.
Então fui para o meu quarto e masturbei-me de novo que nem uma louca a lembrar o meu papi a fuder a minha mãe!... Gozei na minha mão mais duas vezes e lambi o meu gozo todo a imaginar que era o leitinho do meu papi!

Que delícia!




[Este conto faz parte de uma série chamada “A menina do papai” criada por mim!...
Dedico este conto à protagonista da história. Ela sabe quem é!
Espero que tenham gostado!
]

Qualquer coisa: iris.semedo@gmail.com

terça-feira, 28 de julho de 2009

Novo blog...

Olá leitores, quero avisar que o meu blog vai sofrer algumas alterações.

Como já se aperceberam não tenho escrito muitos contos nem tido muito tempo para o meu blog, por isso decidi criar outro blog.

O novo blog vai servir para o que tenho feito ultimamente, uma espécie de apontamentos.

Quanto aos contos espero voltar a eles assim que tenha tempo e a minha imaginação permita isso, sempre neste blog!

Espero não vos desiludir e continuar a tê-los como seguidores no meu novo blog, o Arco-Íris da Íris! Fico à vossa espera!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um copo de vinho

- Posso passar aí para bebermos o vinho que me deves?
- Não estás com a tua mãe?
- Ela vai sair com o P.
- Eu também não me importava nada de sair com o P.!
- Já estivemos a falar melhor... Combinamos o vinho ou não?
- Sim, passa por cá!

E passou. Aliás, 15 minutos depois da conversa estava ele a tocar à campainha. Já não estávamos juntos há algum tempo. Os nossos encontros têm sido apenas virtuais.

Confesso que já tinha vontade de sentir o Filipe em mim... Não me venham com conversas por ser mais novo... Gosto dele assim como é! Gosto de o sentir em mim, gosto de gozar com ele... Gosto que ele me possua.

Bebemos um como de vinho. O que estava prometido há várias semanas. Não precisámos de mais para nos beijarmos. Ele tirou-me a blusa. Eu tirei a t-shirt dele e beijei-o onde consegui.

Não tardou a tirar-lhe o pau para fora e a chupá-lo com todo o gosto e vigor que sei.

Ele quis retribuir e depressa estávamos num delicioso 69 no tapete da sala.

Liguei o ar-condicionado no quente: adoro vê-lo suar... E suou... E eu também. E deliciámo-nos com os nossos corpos salgados. Aquele corpo foi novamente meu. Só meu, como eu quero e ele gosta.

Fudeu-me como gosto: forte, sem medo... Gritámos, gememos... Suámos mais.

Gozei na boca dele e chupei-o até ele gozar na minha. Outro copo de vinho.

Busquei dois lençóis, enrolámo-nos e fomos para a varanda beber o resto do vinho. Beijos, mãos atrevidas por sítios doces...

Ajoelhei-me, ali mesmo, tirei o pau dele para fora do lençol enrolado à cintura e chupei-o. Vi-o revirar os olhos. Gemer baixo. Chupei, lambi, brinquei com aquele mastro maravilhoso de adolescente. Gozou na minha boca. Engoli como ele gosta.

Estava tarde e fomos deitar. Mais uma vez uma noite de sexo sem dormir.

É só a mim que ele se dá. Pode curtir com as miúdas da idade dele, mas sou eu que lhe dá prazer, sou eu que me alimento do seu leite. É a mim que ele deseja.

segunda-feira, 2 de março de 2009

2. Março. 09

Tenho andado muito atarefada com os trabalhos e os exames da escola!...

Tenho uma disciplina em que a minha turma está junta com outra e calhou-me fazer par de trabalho com um rapaz da outra turma. Ele é meio mulato, alto, olhos curiosamente claros (o que lhe dá ainda mais beleza), lábios grossos e cabelo encaracolado escuro e ao nível do queixo. Por falar nisso, usa um pouquinho de barba mal feita, que eu adoro.

Como fiquei sem uns dias sem internet em casa e ele mora numa residência e não pode receber ninguém, tivemos de trabalhar uns dias na biblioteca da faculdade. A sala da biblioteca é enorme, com muitas mesas, mas tem salas pequenas à parte para quem quer trabalhar mais à vontade. E nós reservámos uma dessas salas para nós.

Desde o primeiro dia de trabalho que eu noto muitos olhares deles percorrendo o meu corpo, principalmente as minhas pernas quando eu vou de saia. Já percebi o tesão que ele tem por mim. E eu correspondo, claro! Nos primeiros dias eu ia vestida bem normal, mas depois comecei a caprichar na roupa: saias justas, blusas decotadas, etc… Nós sempre falávamos muito durante o trabalho, quer sobre o tema quer sobre outras coisas: nós próprios, os nossos gostos e, claro, sexo! Ele sempre puxava a conversa para o sexo!

Em um desses encontros para trabalhar eu fui mesmo tipo colegial. Entrámos nessa salinha à parte e começámos a preparar a sessão de trabalho. Ligámos os computadores e eu aproveitei para dar uma olhadela no meu blog e nos sites onde posto contos para ver se havia alguma coisa de novo. Aí ele olha para o meu computador mesmo quando o meu blog está abrindo e me pergunta o que era aquilo em jeito de brincadeira. Eu não soube o que responder na altura mas vi o interesse na cara dele e contei a verdade. Ele pediu para ver tudo e eu dei o endereço para ele ver no computador dele. Foi o que ele fez… Pode esquecer o trabalho nesse dia: só falámos do que ele lia, pois sempre que acabava um conto ele me pedia mais pormenores, e eu contava, claro! Estava adorando aquele interesse todo por parte dele. Não faltou muito até um ver que o pau dele já fazia volume na calça! E aí eu comece a ficar excitada também.

Estávamos lado a lado. Ele não tirava os olhos do ecrã do computador. Aí eu começo a sentir uma mão quente no meu joelho (eu estava de saia, claro) subindo até a minha coxa. Eu fingi que não senti nada e ele continuou. Apertou um pouco a minha coxa e seguiu a mão para o interior das minhas coxas. Senti um dedo percorrer a minha calcinha e pouco depois desviar ela para o lado. Eu continuava conversando como se não estivesse acontecendo nada e ele numa boa também. Começou bolinado o meu clítoris e depois chupou um dos dedos e enfiou na minha xaninha. Eu dei um gemidinho baixo que ele adorou pois continuou enfiando mais um dedo com mais força enquanto lia e fazia perguntas sobre os textos.

Ficámos naquilo até ele acabar de ler todos os textos e fazer as perguntas que lhe apeteceu. Eu acabei gozando nos dedos dele e ele chupou meu gozo dos dedos. Depois disso ele me disse que queria me dar um motivo para escrever um conto com ele. Continuo esperando, mas enquanto isso não acontece estou aqui partilhando isso com vocês!

Íris
Ps: este relato eu dedico ào Fl****, pela ajuda nas fotos. Você sabe quem é.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

22. Fevereiro. 09

Como passei o fim-de-semana em casa dos meus pais aproveitei e marquei um jantar com os amigos da terra!
Fomos jantar a um restaurante muito conhecido na minha cidade. Éramos oito e ficámos com uma sala pequena só para nós. Contudo havia espaço para mais uma mesa. Ainda nós estávamos no primeiro vinho, muito antes de começarmos a jantar, essa mesa foi ocupada por um casal que deveria ter por volta dos 40 anos. A disposição das mesas proporcionou a que o homem ficasse de frente para mim. A noite não estava muito fria e eu vestia um daqueles corpetes que se usam com uma camisa por baixo e umas jeans bem justas. Claro que eu uso os botões da camisa desabotoados o suficiente para que chame a atenção! E chamou! O homem, desse casal, não tirou os olhos de mim! Passei o jantar todo a sentir-me observada e cada vez que olhava via-o a olhar para mim, sem se mostrar incomodado por eu saber que ele me olhava. Ele era alto, cabelo já a ficar meio grisalho, curto. Olhos claros e sorriso muito sedutor!
Claro que eu tive uma quota-parte de culpa… Aproveitei todas as oportunidades para passar a mão no meu decote, e quando estava de pé, para brindar, passava as mãos também pelo meu rabo e pernas. E percebi que isso o deixava cada vez mais louco!
A meio do jantar levantei-me e passei pela mesa dele, como a passagem era estreita rocei o meu bumbum no ombro dele. Não sei se a mulher reparou, mas ele de certeza que gostou pois quando eu voltei ele sorriu para mim.
Foi assim o jantar todo. O casal saiu antes do meu grupo e ele, enquanto vestia o casaco, me comia com os olhos. E eu adorava isso, claro!



Íris

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

20. Fevereiro. 09

Eu não sei como não me lembrei de contar isto antes!...
A verdade é que só me lembrei porque revi a pessoa com quem isto aconteceu, pois não a via há muitos anos… O Vicente é filho de um casal amigo dos meus pais e isto aconteceu quando eu tinha por volta de 9 anos.
Foi no dia da Comunhão do irmão do Vicente. Depois da cerimónia na igreja dirigimo-nos para casa dos pais do Vicente para almoçarmos e passarmos a tarde. Na altura as faixas de idades estavam divididas entre os 5 e os 12 anos, onde eu me inseria, e os 15 e os 20, onde o Vicente se inseria pois ele na altura tinha 16. Mas estávamos praticamente sempre todos juntos nas brincadeiras e nos jogos e a confiança e cumplicidade era geral entre todos, ao todo deveríamos ser uns 10 jovens, maioritariamente rapazes.

Bem, vamos aos acontecimentos. Depois do almoço fomos para um pequeno terreno baldio atrás da casa do Vicente para jogar futebol. A meio da tarde eu já estava cansada de tanto correr e gritar e fui para casa, acabando por adormecer no sofá, perto dos adultos. Não me lembro quanto tempo dormi, mas sei que acordei deitada na cama do irmão do Vicente, que dormia no mesmo quarto que ele. Ao abrir os olhos olhei no espelho ao lado da cama e vi o Vicente sentado na sua cama, que estava por trás de mim, a fazer um movimento contínuo com um dos braços. Como percebi que ele não reparou que eu tinha acordado, fechei os olhos e voltei-me para ficar de frente para ele, para poder ver o que ele estava a fazer. Na altura, com 9 anos, não percebi que movimentos eram aqueles. Abri um pouco os olhos e vi que ele tinha as calças e os boxers abaixo dos joelhos e, claro, estava batendo uma punheta. Fiquei parada, só com um olho meio aberto vendo aquilo e comecei a sentir umas coisas “esquisitas” no meu corpo. Não sabia o que estava sentido. De repente o Vicente levantou-se e eu fechei os olhos, mas senti-o aproximar-se de mim. Eu estava vestida bem à menina da altura: uma saia rodada por cima do joelho e uma camisa. Quando senti algo me tocar no peito, que ainda mal se notava, estremeci. Vicente afastou a mão de mim e esperou para ver se eu acordava, mas eu continuei fingindo que estava a dormir e ele voltou a me tocar no peito. Conseguiu abrir alguns botões da minha camisa e afastou as abas passando o dedo até minha barriga. Voltou a sentar-se na cama e continuou a bater a punheta. Como era de Inverno e estava frio senti meus biquinhos pequeninos doerem um pouco (hoje sei que doíam porque estavam duros do frio rs). Quando ouvi o Vicente se sentando na cama voltei a abrir um olho discretamente mas tive que voltar a fechar pois ele se levantou. Desta vez para subir a minha saia. Quando o Vicente conseguiu pôr as minhas calcinhas à sua vista voltou a sentar-se e continuou sua punheta sempre olhando para meu corpo, alternando entre os meus peitinhos e a minha xaninha tapadinha.
Um pouco depois o Vicente sentou no meu lado e tocou em um dos meus biquinhos e depois na minha rachinha por cima das calcinhas. Depois disto o Vicente acelerou os movimentos e gozou no chão e foi para o banheiro privado daquele quarto. Percebi que ele tomou um duche e voltou enrolado numa toalha. Eu continuei como ele me tinha deixado e ele fez questão de se secar e vestir bem junto a mim, sempre no maior silêncio. Antes de sair ele baixou a minha saia e abotoou a minha camisa. Depois de ele sair eu continuei deitada e um pouco depois voltei p
ara junto do pessoal.
Confesso que não sei como me esqueci de contar isto, na verdade só me lembrei do que aconteceu quando revi o Vicente, mas não poderia passar sem contar isto.
Íris
PS: agradecimento especial ao Senhor dos Contos, pela ajuda com as fotos! Dedico a você!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Uma surpresa maravilhosa

Depois da noite fantástica que tive com o Filipe (acreditem que apesar da idade ele sabe muito bem o que faz) acordámos e tomámos banho juntos, claro que ele me comeu mais uma vez, e desta vez eu bebi o leitinho todinho dele. Fomos cada um à sua vida: eu para a faculdade e ele para a escola dele. Ao longo do dia recebi várias mensagens dele no telemóvel dizendo que tinha adorado aquela noite, que queria repetir etc…

À tarde quando cheguei a casa meu menino estava lá, mas não estava sozinho. Sentada ao lado dele estava uma moça, pela cara percebi que eram da mesma idade. Ela tinha longos cabelos encaracolados loiros, pele clara, muito bonitinha mesmo. Ela ficou envergonhada quando eu entrei, pois estavam-se beijando. No entanto Filipe sorriu para mim. Eu fiquei indignada. Era preciso muito descaramento para levar a rapariga para minha casa e ainda ficar namorando no meu sofá! Chamei o Filipe para a cozinha e preguei sermão nele.

- Calma!... Não precisas ficar com ciúmes!

- Não são ciúmes! Só acho muita cara de pau trazeres a tua namorada para minha casa!

- A Rita não é minha namorada!... É só uma curte!... Aliás… Eu trouxe-a para cá porque preciso da tua ajuda!

- Da minha ajuda?... Como assim?

- Eu há uns tempos que quero comer a Rita, mas soube que ela é virgem!

- E o que é que eu tenho a ver com isso?

- Ela só precisa de um empurrãozinho para me deixar comê-la! E és tu que vais dar esse empurrãozinho!

- Eu???

- Sim… Eu não consigo quebrar o gelo com ela! Mas tu podes tentar!

- Resumindo: queres que eu te ajude a comeres a miúda?...

- Sim linda! – ao dizer isto Filipe puxou-me para ele e me beijou. Sem perder tempo começou desabotoando minhas jeans e pondo a mão dentro de minhas calcinhas. Não consegui resistir e deixei-me ir. Filipe puxou a minha blusa para cima e tirou meus peitos para fora do sutiã e começou chupando eles bem gostoso. Eu dei uma gemidinha no ouvido dele e aproveitei para morder a orelha dele. Percebi que Filipe já tinha o pau meio duro, resultado talvez dos amassos com a Rita. Comecei punhetando ele até que ficou bem duro. Filipe me virou de costas para ele e eu me encostei na mesa da cozinha. Filipe desceu de vez minhas jeans e minhas calcinhas e sem muita cerimónia cuspiu no meu cuzinho e enfiou a cabeça do seu pau no meu buraquinho enquanto apertava meus mamilos. Eu não aguentei e comecei a gemer gostoso. Filipe socava com alguma força e eu estava adorando. Era de esperar que os nossos gemidos se ouvissem na sala e não tardou muito que a Rita fosse até à cozinha. Eu fiquei uma pouco desconfortável, mas não notei qualquer vacilo no Filipe que continuou a comer o meu cuzinho. Rita ficou estática a olhar para aquela cena. Filipe deitou-se sobre o meu corpo e disse no meu ouvido:

- É a altura perfeita para atacares bebé!

Eu olhei para a Rita e sorri (sabe aquele sorriso de prazer?). Percebi que ela ficou um pouco constrangida e antes que ela fosse embora Filipe tirou o pau do meu cu e eu fui ter com ela à sala. Não sabia o que dizer, mas nem foi preciso dizer nada…

- Aquilo é mesmo bom?! Como parece?

Surpreendi-me com a frontalidade dela.

- Sim! É óptimo! Tu nunca deste o cu a ninguém? – fingi que não sabia que ela era virgem.

- Não!... Eu sou virgem!... Antes de chegares o Filipe estava a tentar convencer-me a…

- Não tens curiosidade? Posso ajudar-te! – ela me perguntou como e eu, como resposta me aproximei dela e comecei passando a mão nos cabelos e no pescoço dela – Digamos que posso ser uma espécie de professora!... – cheguei mais perto dela e aproximei meus lábios do pescoço dela. Como ela não contestou eu prossegui e beijei-a no pescoço e no pouco decote que tinha. Filipe entrou na sala nessa altura. Eu conduzi Rita até ao meu quarto e Filipe nos seguiu pouco depois. Eu estava sem calças nem calcinha e acabei de tirar minha blusa, soltando os meus peitinhos que continuavam para fora do sutiã que tirei também. Filipe me abraçou por trás e ao mesmo tempo que beijava meu pescoço alisava minha xaninha e eu o punhetava. Percebi que Rita se começava a excitar pois sua respiração começou a ficar mais forte, apesar de não se mexer. Afastei-me do Filipe, que se sentou num pequeno sofá no meu quarto, e me aproximei da Rita dando-lhe um longo beijo que ela depois acabou por corresponder. Enquanto isso Filipe batia uma punheta nos vendo. Conduzi Rita para se deitar na minha cama e ela deitou. Me deitei por cima dela sempre beijando-a. Fui descendo, passando por seus peitinhos e parando no seu umbigo. Tirei a blusinha dela e segurei seus peitos e beijei por cima do sutiã que acabei por tirar rapidamente para poder chupar eles como deve ser (tomei o gosto com a Ana! rsrs) enquanto ela soltava gemidos baixinhos. Quando me satisfiz de seus peitinhos durinhos e de bicos rosadinhos voltei a descer rumo ao seu umbigo. Abri as calcas delas e tirei de vez com as calcinhas. Rita estava sem dúvida gostando. Abri as pernas da menina e passei um dedo no seu clítoris que fez ela estremecer e soltar um gemido mais forte.

Filipe gozou nesse momento. E eu deixei Rita na cama para poder aproveitar a porra do menino. Limpei seu pau e beijei ele. Voltei de novo para Rita e caí de boca na bucetinha da menina, lambendo, chupando e dando umas mordidinhas leves. Rita gemia agora alto e isso fez com que o pau de Filipe endurecesse de novo. Depois de um tempo chupando ela finalmente gozou e eu lambi tudinho. Filipe levantou e me beijou para sentir o sabor da xana da Rita, voltando a sentar depois. Eu subi e beijei Rita na boca, empinei meu cuzinho e chamei Filipe para comer minha xana que estava coladinha com a xana da Rita. Ele obedeceu e socou forte em mim roçando na xana da menina que enlouquecia revirando os olhos.

- Eu também quero!... Come-me!... Eu quero!... Eu querooooo…. – gritou Rita de puro prazer. Filipe nem pensou duas vezes e tirou o pau da minha buceta. Aproveitou meu gozo e esfregou a cabecinha de seu pau na entradinha da Rita. Forçou mais um pouco e eu beijei ela para compensa-la da dor. O pau de Filipe entrou todinho e a menina não parava de me beijar eu correspondia. Desta vez era eu que sentia o roça roça na minha xana. Não tardou Rita gozou de novo, a dor inicial tinha passado e agora toda ela tremia de prazer enquanto Filipe socava nela e eu continuava no meio dos dois chupando os peitos deliciosos daquela menina que eu tinha ajudado a tirar o cabacinho.

Filipe anunciou que ia gozar e tirou o pau da buceta da menina. Eu deitei ao lado dela e Filipe apontou o caralho para minha boca e começou a esporrar aquele leitinho maravilhoso. Acho que Rita ficou com inveja pois assim que eu engoli tudo e ia para limpar o pau dele, Rita abocanhou ele antes de mim e o limpou todinho. Olhei para o lençol e vi uma mancha de sangue.Me levantei e beijei Filipe, avisando que ia tomar duche sozinha e que eles estariam à vontade. Eles não se fizeram de rogados pois se comeram de novo enquanto eu estava no duche.
Depois disso Rita foi para casa, nunca mais a vi, já lá vai uma semana depois do que relatei. Mas sei que Filipe se anda preparando para comer o cuzinho dela pela primeira vez! Quanto ao Filipe, continuamos a nos encontrar sempre que ele quer tranzar com uma mulher! E acho que vai ser assim durante algum tempo, pois eu adoro tranzar com aquele menino.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

15. Fevereiro. 09

Acordei há pouco mais de uma hora!...


São 14:45h. Acordei com uma sms do Filipe a dizer se queria sair com ele à noite:


Olá gaja boa! Olha apetece-me sair à noite mas já conheces a minha mãe. Chata como ela é não me deixa sair com qualquer pessoa!... Lembrei-me de ti! Beijos nas mamas!


Não respondi logo, provavelmente vou dizer que sim, mas decidi deixá-lo a sofrer um bocado! Fui tomar duche. Não consigo esquecer o “beijo nas mamas”… Não foi a primeira vez que ouvi, ou li, isto direccionado para mim… A verdade é que o Filipe mexe de facto comigo!... Paixão? Amor?!... Não, nada disso… Apenas e somente desejo de sexo, muito sexo… Os homens mais velhos hão-de pensar que eu sou parva e não sei o que é bom… Não tenho culpa, gosto de sexo, seja com quem for!... Bem, não é com todos os que me aparecem à frente. Sou selectiva, apesar de às vezes não parecer!...


Tomei duche sempre a pensar naquela mensagem e no Filipe!... Lembrei-me dos dias que ele passou cá em casa e claro, comecei a ficar molhada… E não era só da água! Não pensei duas vezes: levei uma das mãos entre as coxas e comecei a tocar-me a lembrar-me do toque e do cheiro dele na minha pele. Aquele calor a subir pelo meu corpo, os flashes de imagens das nossas sessões de sexo… Quase que senti o pénis dele dentro de mim, mas era só o meu dedo. Só parei quando gozei... Aquele miúdo dá-me mesmo volta à cabeça e ao desejo!...


Vou dizer-lhe que aceito desde que seja eu a escolher o sítio… Não me apetece nada ir para o meio dos amigos deles… Quem sabe não fiquemos mesmo por casa a divertirmo-nos de uma maneira muito melhor!?




Íris

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Meu jovem adolescente

Tal como prometido, depois do aniversário do Filipe ele foi meu!
Fui convidada pela minha amiga Ana para a festa de aniversário do seu filho. Filipe passou a festa toda me olhando e comendo com os olhos. Eu nem estava com roupa provocante nem nada! Vestia umas jeans justas e uma blusinha normal. A meio da festa, uma coisa em família, no quintal da casa deles, com alguns amigos do menino, Filipe chegou perto de mim e disse:
- Estás muito gira hoje!...
- Obrigada!
- Bem, vamos apagar as velas? – dizendo isso passou por trás de mim e passou sua mão na minha bundinha dando uma apalpada gostosa.
A festa acabou e eu fui para minha casa cedo, pois tinha aulas no dia seguinte. Passei a noite sonhando com aquele menino. Cheguei a acordar mal de noite pensado que era mau estar pensando num menino tão novo! Mas depois lembrei da mão dele na minha bunda e adormeci imaginando nossa foda que estaria próxima! Não lembro bem, mas devo ter sonhado com isso a noite toda porque acordei molhadinha. Fui para a faculdade e a meio do dia recebi uma mensagem da Ana no telemóvel dizendo que nos dias seguintes iria estar fora e se eu me importaria de acolher o Filipe em minha casa nesses dias. Pensei muito antes de responder… A vontade de comer o menino estava conflito com o facto de ele ser menor… Mas ganhou o tesão e disse que sim à Ana. Assim foi, nessa tarde minha amiga levou o filho até meu apartamento. Eu estou alugando um apartamento pequeno pois estudo fora da minha cidade. Como o apartamento só tem um quarto disse ao Filipe que teria de dormir no sofá da sala. Ele disse que não se importava e assim ficou. Era uma terça-feira e a Ana só voltaria na sexta-feira de manha, tínhamos muito tempo, não precisava avançar já. Nesse dia jantámos e vimos um pouco de televisão, eu deitei cedo pois tinha aula logo de manhã, Filipe, pelo contrário, só tinha aula de tarde e ficou vendo TV até tarde.
A meio da noite, tenho esta mania há muito tempo, levantei para beber água. Para ir do meu quarto até à cozinha é preciso passar pela sala, quando cheguei perto da porta comecei ouvindo uns gemidos baixos, espiei e vi o Filipe batendo uma punheta assistindo filme porno no seu computador portátil. Nossa… Fiquei de queixo caído quando vi o tamanho do caralho do menino!... Bem grande para um rapaz daquela idade! Fiquei ainda com mais tesão e vontade de dar para aquele menino. Aproveitei para me masturbar vendo aquela cena e ouvindo os gemidos do computador. Nossa… Quanta porra saiu daquele pau! Sem dúvida que Filipe é um menino muito bem dotado!... Não consegui gozar, com muita pena minha… Filipe se levantou e eu fui para o quarto e aproveitei para me tocar mais uma vez e gozar pensando naquele tesão de pau.
No dia seguinte quando Filipe chegou da escola eu já estava em casa. Vestia uns shorts de licra e um top curtinho, pois tinha aproveitado a tarde livre para fazer uma pouco de exercício em casa. Quando o menino chegou ficou me olhando de cima a baixo. Eu fingi que não percebi. Fui tomar um duche e quando cheguei no meu quarto, enrolada na toalha, me deparei com ele deitado na minha cama:
- A tua cama é mais confortável que o sofá!
- Eu sei!... Durmo nela todos os dias!
- E fodes nela muitas vezes?
- Algumas!... Outras vezes fodo noutros sítios!
- Como por exemplo?!
- No carro, na casa da outra pessoa, onde calha…
Filipe levantou-se e aproximou-se de mim… Senti sua respiração no meu ombro (ele é da minha altura… Bem desenvolvido como já disse!)… Pôs suas mãos nas minhas coxas e me puxou para junto do seu corpo e me beijou no ombro, no pescoço e por fim na boca… Demos um longo beijo de língua. Tirei a camisola do Filipe e comecei beijando seu corpo. Ele tirou a minha toalha e começou passando a língua no meu peito… Quando chegou nos bicos dos meus seios começou a chupar gostoso e eu gemendo no seu ouvido. Sentei na cama e baixei as calças dele, peguei seu pau e comecei lambendo como um gelado… Chupei a cabeçona vermelha e aquele buraquinho gostoso na ponta. Filipe segurou no meu cabelo começou o vaivém na minha boca. Eu ia passando a língua no seu cacete e delirando com os gemidos do garoto. Quando se deu por satisfeito me soltou e puxou minhas pernas para que eu deitasse. Assim fiz e ele abriu minhas pernas ao máximo. Ajoelhou no chão e começou lambendo minha xaninha raspadinha como se fosse um gelado. Eu estava louca de tesão e comecei a esfregar na cara dele e ele aproveitou bem, enquanto me chupava enfiava um dedo na minha bucetinha. Eu gemia bem alto e gostoso e gozei na boca dele e ele chupou tudinho. Ele deitou-se e me virou de lado, de costas para ele. Com uma mão começou a bolinar meu clítoris enquanto beijava minhas costas.
- Não és virgem pois não?
- Querias que fosse?
- Tanto faz!
- Não, não sou virgem! Desde os 13 anos!
- Vocês agora começam muito cedo!
- Ao menos sei como te fuder! – quando disse isto levantou minha perna e começou a passar a pontinha do caralho na minha xaninha até que enfiou tudo de uma vez. Eu gemi bem alto e ele me beijou. Ficámos assim naquela posição um bom tempo e eu estava adorando. Filipe tirou o pau da minha buceta e voltou a chupá-la.
- Dá-me o cu!
- Vais tratá-lo bem?
- Vou tratar como mereces! Vá dá-me o cu!
Eu me ajoelhei na cama e empinei minha bundinha para ele.
- Quantos já enfiaram aqui?
- Come e cala-te! Não tens nada a ver com isso!
E foi o que ele fez. Passou a língua no meu buraquinho, cuspiu nele e por fim enfiou a cabecinha e depois socou todo. Eu rebolava gostoso no seu pau e gemia muito de tesão. Filipe deitou o seu corpo no meu e pela respiração dele percebi que ia gozar. Assim foi. Senti uns quantos jactos de porra no meu cuzinho. Deitámos abraçados e nos beijámos durante algum tempo enquanto sentia o leitinho dele escorrer nas minhas coxas. Ficámos nos amassos um tempo. Eu fui à cozinha buscar uma bebida. Então peguei também em uns cubos de gelo e levei para o quarto. Quando cheguei o Filipe continuava deitado. Sentei em cima dele e passei o gelo no peito dele. Ele estremeceu mas gostou, porque por baixo de mim pude sentir seu pau dando sinal. Passei a língua no rasto do gelo e cheguei na boca dele beijando-o. Filipe pegou em outro cubo de gelo e passou nos meus mamilos, que rápido endureceram de frio e tesão, chupando-os como um bebé tirando leite da mãe.
Deitei meu corpo para trás e ele passou as mãos desde as minhas coxas até meu pescoço. Pegou no cubo do gelo e passou no meu grelinho… Meu Deus que tesão… Pedi para repetir e ele obedeceu. Ficámos passando gelo um no outro até derreter. Demos mais uma trepada e encomendámos uma pizza e ficamos namorando no sofá. Dormimos juntos na minha cama e, claro, a noite foi nossa. Filipe nem parece ter a idade que tem.

A minha amiga

Nunca imaginei que isto pudesse acontecer! A verdade é que aconteceu! Realizei uma das minhas fantasias: fudi com uma mulher!
Conheci Ana há pouco mais de 4 anos. Ela é mais velha que eu, tem 34 anos (lembro que eu tenho 21)… Ana tem um filho, Filipe de 14 anos, engravidou com 20 anos e sempre o criou sozinha pois o pai dele nunca se interessou! Mas não é isso que interessa para a história.
Ana tem peitos pequenos, mas gostosos, e uma bunda discreta mas empinadinha. Tem cabelo castanho, liso, e olhos escuros, ora castanhos ora pretos.
Estávamos, eu e Ana, bebendo café quando rolou a conversa sobre Filipe. O menino que eu conheci, de 10 anos, bem envergonhado e pequeno agora era um adolescente alto e muito atraente. Comentei com Ana que o seu filho deveria ter muitas meninas atrás dele. Ela riu-se e disse que há uns tempos quando chegou em casa por pouco não apanhava Filipe com uma colega. Rimo-nos imaginando a cena e eu fui mais longe: perguntei se ela tinha imaginado como seria o seu filho na cama. Ela nem gaguejou, disse que sim. Eu avancei na conversa e perguntei por mais. Ela disse que só tinha pensado como era o menino na cama, nada mais, mas que tinha uma enorme curiosidade em saber como era o seu filho na cama. Eu na brincadeira disse que poderia experimentar e depois dizia para ela. Depois de um breve silêncio Ana disse-me:
- Ok, por mim estás à vontade! Mas só depois de ele fazer os 15 anos, para o mês que vem!
Fiquei de boca aberta! Eu tinha dito aquilo na brincadeira… Mas já que tinha a autorização da mãe, eu ia aproveitar, claro que sim.
- Tudo bem!... Só tenho de esperar um mês! Por mim tudo bem. O problema é se ele não quer!
- ‘Tás louca?!... O meu filho passa o tempo a falar de ti!
- A sério? Como?
- Assim indirectamente vai dizendo que gostava que todas as raparigas da idade dele fossem como tu!... E que és muito gira e boa!
Nunca imaginei aquilo!...
- Ah… Só mais uma coisa…
- Tinha de haver um “mas”, não era? O que foi?
- Antes de comeres o meu filho… Tenho eu de te comer a ti!
- O QUÊÊÊÊ???
- Isso mesmo! – Ana põe a mão na minha perna e sobe até minha coxa. Olho em volta mas felizmente ninguém estava a olhar – Aceitas?
- Não sei… Tipo… Eu e tu?!...
- Sim… Que mal tem? Vais gostar!... não tem mal nenhum!
- Mas tu és… Lésbica?
- Não!... Mas gosto!
- Então… Deixa-me pensar… Eu depois falo contigo!...
A conversa ficou por ali… Fomos à nossa vida.
Dois dias depois eu fui a casa da Ana! Ela convidou-me para entrar e disse que o filho iria dormir na casa de um colega porque tinham que estudar para um teste. Entrei e fomos para a cozinha, ela estava a acabar de a arrumar.
- Então? Já pensaste na minha proposta?!
- Não percebo porque é que queres fazer isso comigo!
- Já te disse porquê! – aproximou-se de mim – Então? Em que ficamos?
- Ok… Eu aceito!... Mas só porque é uma fantasia minha!
Ana sorriu e saiu da cozinha. Enquanto esperava por ela eu sentei na bancada. Estava vestindo uma minissaia, calcinha branca de renda, um top daqueles de mangas largas que deixam os ombros de fora. Tinha deixado o casaco na sala. Ana tinha uma tshirt larga com uns desenhos que ficava pouco por baixo das nádegas delas. Fiquei esperando. Quando Ana chegou trazia com ela uma caixa de tamanho médio que pousou a meu lado. Sem dizer uma palavra se posicionou entre minhas pernas e me beijou. Senti um calor entrar em mim. Minha fantasia estava a realizar-se.

Ana começou apertando uma das minhas coxas e com a outra mão entrava dentro do meu top e subia até meus seios. Comecei a soltar-me e tirei a tshirt da Ana. Ela estava apenas de calcinha, sem sutiã. Comecei a massajar seus seios e pouco depois abocanhei eles e chupei. Ela começou a gemer baixinho no meu ouvido e isso me deixou ainda mais molhada.
- Aaaaah tens uma boca fantástica! Continua linda! – e eu continuei revezando nos seios dela e chupando bem gostoso. De vez em quando deva umas mordidas e uns chupões bem fortes, assim como eu gosto que me façam a mim.
Enquanto isso sinto uma mão quente entrando entre minhas coxas e desviando minha calcinha para o lado e sinto um dedo entrando em mim. Como era delicioso. Aí Ana se abaixa caindo de boca na minha bucetinha que estava toda molhadinha. Ana abriu meus lábios e começos a passar sua língua ao de leve na minha rachinha e com o indicador ficava bolinado meu clítoris.
- Adoro o teu sabor! – assim que disse isso Ana me despiu e tirou a calcinha dela – Agora vais sentir o meu sabor. – trocámos de posição e eu comecei a chupar a buceta dela. Nunca tinha feito aquilo, apenas tinha visto em filmes. Fiz o que costumava ver: passei a língua em toda buceta dela até chegar no buraquinho, depois fazia o caminho inverso. Chupei o clítoris dela e senti o líquido do gozo dela na minha língua! Meu Deus, fiz uma mulher gozar na minha boca. Que delícia! Mas não parei. Enfiei a minha língua na xana da minha amiga e fiquei saboreando o gozo dela. Depois subi sempre beijando o corpo e os seios dela até chagar na sua boca e nos beijámos.
Ana abriu a caixa que havia trazido e tirou um plug. Pediu para eu virar de costas para ela e me encostar na bancada. Eu obedeci. Num instante senti a língua da minha amiga tentando entrar no buraquinho do meu cuzinho. Entrou a pontinha… Ana foi buscar um pouco de azeite e passou no plug e foi enfiando no meu cuzinho. Depois de estar todo lá dentro ela tirou um conjunto de bolas chinesas e enfiou na minha xaninha. Eu estava louca, apesar de um pouco desconfortável por causa do plug. Nos beijámos e ela me mandou sentar numa daquelas bicicletas de exercício e me mandou pedalar. Eu obedeci. E meus Deus… Como soube bem aquilo!... Gozei muito enquanto pedalava. Ana se masturbava na cama ouvindo meus gemidos de prazer.
- Já chega!... Agora sou que quero vir-me!... Vais comer-me como um homem! – ao dizer isto Ana saiu do quarto e eu aproveitei mais um pouco para gozar aquele prazer. Quando Ana voltou trazia um daqueles vibradores que são presos numa espécie de cinto. Minha amiga me puxou e atirou-me para cima da cama.
- Toma! Põe isto! – eu pus aquilo como uma calcinha enquanto de posicionava de quatro na poltrona que tinha no quarto dela – Vá! Fode-me como um homem!... Rompe o meu cu!...
Aproximei-me dela e fiz o mesmo que ela me fez: lambi o seu buraquinho… E que delicia de buraquinho! Aproveitei o gozo que restava na sua buceta e enfiei na bunda dela. Comi minha amiga como uma cadela.
- Grita minha puta! Quero ouvir-te gemer com o meu pau! – e ela gemia bem alto. Que loucura… Eu ali, com um plug no cuzinho e umas bolas chinesas na buceta, dando no cu de uma amiga. Chinguei ela como nunca tinha chingado ninguém! Ela gozou e eu lambi todo seu gozo que escorria pelas pernas dela. Ela tirou o plug e as bolas de mim e me chupou novamente. Eu gozei muito na boca dela.
Ficamos um tempo nos beijando deitadas na cama. Bebemos uma vodka e eu fui pra minha casa. Passei a noite toda me masturbando pensando naquele fim de tarde.

Minha primeira vez com meu primo

Desde os meus 13/14 anos que tenho desejo por um dos meus primos. Ele é 10 anos mais velho do que eu. O que vou contar aconteceu quando eu tinha 16 anos e ele 26.
Eu adoro o Carnaval, fantasio-me todos os anos. Nesse ano eu me fantasiei de… Prostituta! Rsrs… Como meus amigos já tinham todos escolhido suas fantasias e eu queria completar minha fantasia pedi ao meu primo, que também adora Carnaval, para se fantasiar de meu chulo. Ele no início recusou e disse que já tinha fantasia escolhida. Aí decidi fazer joguinho… Disse a ele que se ele aceitasse acabaríamos a noite vivendo nossas fantasias: eu a puta e ele o chulo. Para meu espanto ele concordou, nunca esperei que concordasse, apenas fiz a combinação para que ele se fantasiasse comigo! Melhor para mim ele ter aceite!
Pois bem, fomos na festa onde estavam alguns amigos meus e dele e o resto dos nossos primos e os meus irmãos, todos fantasiados. Eu vestia uma saia super curta de cabedal, se me baixasse um pouco é fácil olhar por baixo da saia, um caicai que só tapava meus seios (no Brasil se chama tomara que caia) e um casaco também de cabedal.
Nessa noite eu fiquei nos amassos com dois amigos meus, mas sempre que o meu primo passava por mim eu reparava nos olhares que ele atirava a mim. Eu bebi imenso nessa noite e no final já nem sabia o que fazia. Mas me lembro do que vou contar, lembro muito bem! Rsrs…
É verdade, meu primo se chama Pedro.
Ao fim da noite, ainda eu estava com um dos meus amigos, meu prime chegou perto de mim, me pegou pelo braço e levou para junto do carro dele.
- Acho que está na hora de pagares a promessa que fizeste priminha! – me disse ele no meu ouvido e de seguida me beijou. Eu tentei me soltar mas estava acontecendo aquilo que eu tanto desejava, meu primo me estava querendo! Depois de um longo beijo entrámos no carro. Depois de ligar o carro ele pegou na minha mão e pôs em cima do seu pau que já estava meio duro.
- Sabes o que tens a fazer não sabes?
- Sei… Já chupei alguns rapazes!
- Bem me parecia que não és tão santinha como pensam!... És uma putinha mesmo!
Eu não disse nada e comecei massajando o pau do meu primo por cima das calças. Pouco depois ele tirou o pau para fora e pegou nos meus cabelos encaminhando minha cabeça para o seu pau.
- Vá chupa isso! Bem chupado ouviu?
Eu abocanhei o pau. O caralho do meu primo não era muito grande, na altura me pareceu grande, mas agora sei que é normal, uns 17/18 cm. Nem grosso nem fino… Normalzinho! Eu chupei primeiro a cabecinha, depois fui enfiando até onde consegui, quase nas bolas. Fui passando com a língua enquanto o pau estava dentro da minha boca e senti endurecer aos poucos. Tirei o pau da boca e enquanto punhetava tentava chupar as bolas dele, mas a posição era um pouco incómoda. Aí ele parou o carro numa mata fora da cidade e saiu. Eu também saí. Ele chegou perto com o pau de fora e eu ajoelhei para continuar chupando. Aí sim, consegui chupar as bolas dele e fazê-lo enlouquecer de tesão. Eu chupava e brincava com o caralho sempre olhando para ele com cara safada.
- És mesmo a condizer com a tua fantasia de Carnaval!... Uma grande puta! – assim que disse isso pegou meus cabelos e começou a socar na minha boca. Adorei senti-lo a fuder minha boquinha quente. Tivemos assim até que ele gozou gostoso dentro da minha boca, directo na garganta. Eu engasguei mas consegui engolir aquele gozo delicioso todinho. Meu primo enlouqueceu vendo aquilo.
- Vadia… Já tinhas engolido porra antes?
- Sim já!... Eu adoro um bom gozo! Tu também gostas de gozo de mulher? – subi minha minissaia e desviei minha calcinha deixando minha xaninha raspadinha exposta para meu primo. Ele chegou perto e me beijou enquanto alisava meu grelinho com uma mão e com a outra tirou meus peitinhos lindos e empinados para fora e os chupou bem gostoso.
- Já estás bem molhadinha!
- O teu caralho me deu tesão!...
Ele caiu de boca na minha xoxota e começou a chupar e lamber gostoso… Eu não aguentei e gozei na boca do meu primo e ele aproveitou meu gozo todinho. Fomos para os bancos de trás do carro e ele, sempre me beijando, tirou meu casaco e meu tomara-que-caia e começou chupando meus biquinhos durinhos. Eu acho que ele ficou delirando com meus peitos pois não havia maneira de ele os largar. Apertava, mordiscava, chupava… Meu Deus que loucura… Que tesão de língua nos meus peitos. Então ele começou descendo sempre beijando meu corpo até chegando nas minhas coxas. Tirou minhas calcinhas e caiu de boca novamente na minha xana. Eu sentia a língua dele percorrendo toda minha xana e o meu cuzinho também. Que loucura de tesão que me fez gozar novamente na boca do meu primo.
Eu só tinha sido chupada uma vez por um menino da minha idade. Ele não era muito experiente então não tinha tido tanto tesão como estava tendo com a língua do meu primo. Aliás, eu era virgem. O único contacto com sexo, para além da chupada desse garoto, eram os meus boquetes. Isso eu já tinha feito muitos, já tinha chupado alguns garotos, mas ficávamos sempre por aí!
Meu primo enfiou um dedo na minha xana e sentiu o meu cabaçinho.
- És virgem?
- Sim!... Sou só puta na boca!... Mas quero ser a tua putinha por inteiro!
A minha frase despertou o instinto dele. Meu primo posicionou a cabecinha do seu pau na minha entradinha apertada e, aproveitanto o meu gozo, enfiou a cabecinha. Eu nunca tinha sentido nada assim. Eu me masturbava, mas ficava só alisando o grelinho, nada mais. Agora tinha o caralho do meu primo entrado na minha xana.
- Aaaai está doendo!... Pára!... Não sei se consigo!...
- Consegues sim! É só no início, depois passa e vai ser ainda mais gostoso! – tirou o caralho e cuspiu nele e na minha xana. Voltou a enfiar a cabecinha e deu uma socada bem forte que entrou tudo de uma vez!...
- AAAAAAAAAAAAIIIIIIII!... Porra isso dói… PÁRA POR FAVOR! TIRA ISSO… TIRA!... – eu me contorci de dor. Já tinha ouvido muitas histórias sobre a primeira vez… A minha doeu sim, só não sei se foi pela socada forte do meu primo, ou se dói sempre assim… A dor é relativa, certo?... Enfim, continuemos…
- Cala-te!... Não quero que ninguém ouça!... Há casas aqui perto!... – tapou minha boca e continuou socando forte na minha xaninha que já não era virgem. A dor inicial passou, tal e qual como meu primo prometeu, passando para uma dor que me dava um prazer enorme. Como era óptimo sentir o vaivém daquele caralho dentro da minha xoxota enquanto ele me chamava de sua putinha!
Meu primo saiu de cima de mim e sentou no banco. Quando ele sentou eu vi o meu sangue virgem no seu pau, e me dei um tesão enorme… Eu não era mais virgem, agora podia me aventurar à vontade! Ele me puxou para cima dele e eu sentei no colo dele virada para ele. Sentei em cima do seu pau e fui descendo devagar. Comecei cavalgando naquele meu primeiro caralho. Meu primo abocanhou meus peitos, alternando entre um e outro, e chupava gostoso. Eu gozei e pouco depois ele também gozou dentro de mim e me beijou gostoso e deixou o seu caralho dentro de mim até começar amolecendo…
- Agora sim, és uma verdadeira putinha!...
- Por mim eu era tua putinha para sempre!
- Sabes que eu estou quase casando!
- E então?... A tua namorada não precisa saber de nós! O segredo dá mais tesão!...
Saí de cima dele e me limpei. Ele fez o mesmo e nos arrumámos. Combinámos repetir aquele foda gostosa.
Ainda hoje por vezes me encontro com o meu primo. Ele casou pouco depois desta noite e foi para fora da minha cidade, mas sempre que nos visitamos arranjamos maneira de ficar só os dois!

Depois da aventura vieram as consequências! – parte II

[Continuação…]
- Amanhã é o meu dia de folga, mas depois eu quero repetir o que fizemos hoje!
Eu não respondi. Comecei a vestir-me. Ajeitei as cuecas e a saia, depois meus peitos ainda babados no sutiã e quando eu ia vestir a camisa o meu professor destrancou a porta e imediatamente entrou outro professor, que partilhava o gabinete com o professor Luís. Fiquei paralisada com a camisa na mão a olhar para a porta. Aquele professor eu não conhecia, mas sabia que era bem rígido e mal-humorado, daqueles desprezíveis mesmo.
- Estavas a diverti-te Luís? – perguntou o professor. Soube depois que seu nome era Rui. Era bem mais alto que eu, jogava charme, mas tinha sempre cara de zangado quando o via pelos corredores. Cabelo rapado, olhos escuros, lábios finos, barba com tamanho de três dias, pele branca, sempre de camisa e calças de ganga. Eu sabia que era professor de algo relacionado com artes (pintura, ou coisa do género).
Reparei que uma de suas mãos, que eram bem grossas, foi direita ao volume entre suas pernas. Pensei que numa maneira de sair dali mas o segundo professor voltou a trancar a porta e se aproximou de mim. Sorriu ligeiramente e disse:
- Não vale a pena vestires-te! Eu também quero divertir-me!
- Eu quero ir-me embora! – olhei para o professor Luís que mais uma vez se estava divertindo com minha cara de medo, ele nem disse nada e ficou só olhando.
Professor Rui já estava bem em cima de mim, pouco faltava para sentir a sua respiração no meu pescoço. Quando estava prestes a beijar-me empurrou-me contra a parede e encostou-se na secretária dando o jeito para Luís conseguir me ver.
- Apetece-me ver um strip!... Podes começar a tirar o resto da roupa...
Eu não fiz nada. Apesar de ter gozado muito sendo comida pelo Luís, aquilo já ultrapassava tudo para o que eu estava preparada!
- Que merda de aluna escolheste tu para nos divertir pah! – disse o Rui ao Luís. Aí eu percebi que aquilo tinha sido armado pelos dois. Agora sei que aquilo é comum entre eles: escolhem uma das alunas para chantagear e se divertir, quando se cansam trocam.
Rui se aproximou de mim e com toda violência tirou um dos meus peitos para fora e apertou com muita força o meu bico e disse que se eu não obedecesse a eles nunca mais acabaria meu curso, nem ali nem em lado nenhum. Não sei como eles fariam isso, mas na altura, com medo e com a dor, nem pensei nisso. Disse que faria o que eles quisessem. O professor Rui largou meu bico e antes de voltar para junto da secretária deu uma chupada no meu bico. Aquilo devolveu meu tesão. Decidi voltar a caprichar para eles.
Confesso que já tinha feito uns quantos strips para o meu namorado, mas nada de mais. Virei-me de costas para eles e empinei o meu bumbum, acariciei ele por cima da saia e fui subindo até ficar com meu rabinho todo à mostra. Brincava com as minhas cuequinhas (calcinhas) enfiando elas no meu reguinho e passava a outra mão na minha xana. Enquanto isso os professores cochichavam algo que eu não consegui perceber. Virei de frente para eles e comecei acariciando meus peitos por cima do sutiã. Virei ficando de perfil para eles e tirei minha saia empinando a bunda. Vi que eles ficaram loucos. Virei de costas e desapertei o sutiã, atirei para o chão e me acariciei de costas para eles. Virei de frente eles e continuei acariciando meus peitos. Pus uma mão dentro das minhas cuecas (calcinhas) e acariciei o meu clítoris. Já estava bem molhadinha a minha xana. Dei o jeito para que aqueles homens conseguissem perceber os meus gestos. O professor Rui abriu o fecho das suas calças e tirou seu pau para fora e começou a bater uma punheta para mim. Não era tão grande como o do Luís, até era mais pequeno que o do meu namorado. Tinha para aí uns… 17,5cm, mas era muito grosso mesmo. Luís estava fazendo o mesmo por baixo da secretária. Voltei a virar-me de costas para eles e tirei as cuequinhas e deixei o meu buraquinho bem à vista deles. Rui me chamou e quando eu cheguei perto ele nem falou uma única palavra, segurou meus cabelos e direccionou minha cabeça para o pau dele. Chupei a cabeça avermelhada e depois enfiei o pau na minha boca. Chupei durante um tempo passando língua mas depois ele segurou bem forte na minha cabeça e começou a fuder a minha boca. Ele enfiava com tanta força e tão fundo que eu quase vomitei.
Depois de algum tempo nesse boquete ele me puxou pelos cabelos e me jogou na secretaria. Fiquei de bruços com minha cara bem perto do pau do Luís. Rui se abaixou, abriu minhas pernas e começou me chupando ao mesmo tempo que enfiada um dedo na minha xana. Aquilo me enlouquecia e eu já estava no ponto… Sendo chupada ao mesmo tempo vendo bater uma punheta bem na minha cara é um tesão que eu não vou esquecer. Abri a boca para Luís enfiar o seu pau mas ele não quis, cheguei à conclusão que cada um tem seu tempo para fuder a garota que escolheram, foi o que eu pensei. Gozei bem gostoso na boca do Rui e ele chupou meu mel todinho. Se levantou e posicionou a cabeçona grossa do seu pau na minha entrada. Eu senti ele massajando meu clítoris com sua cabeçona… Que tesão!... Aí ele forçou a entrada da cabeça, mas parou para eu me habituar à sua grossura… Socou mais um pouco e parou até voltar a socar tudo até as bolas. Eu me sentia alargada, mas com muito tesão. Quando ele socou tudo eu gemi alto e levei um tapa no rabo como sinal para não dar escândalo. Rui segurou meus cabelos e começou fudendo minha buceta com muita fúria!
Quando se cansou daquela posição me jogou conta a janela, a minha sorte é que não havia ninguém na rua. Deu o jeito para eu empinar o meu cuzinho e cuspiu nele. Meu deus aquela grossura toda no meu cu era demais!... Ele nem se importou, não fez como na buceta, enfiou tudo e sempre que ficava difícil cuspia mais um pouco no pau e no meu buraquinho! À medida que ele ia socando eu ia batendo com meus peitos no vidro frio o que excitava ainda mais aquele gelo nos meus bicos.
Rui fudeu gostoso o meu cu enquanto Luís batia uma punheta bem devagar vendo. Voltei a ser jogada na secretária mas desta vez de barriga para cima. Luís se levantou e continuou batendo punheta bem junto do meu rosto. Enquanto isso Rui voltou a socar no meu cu e a chupar meus peitos. Chupou e mordeu muito os meus bicos frios de terem batido tanto no vidro da janela.
Luís finalmente gozou. Me mandou abrir a boca e gozou bem dentro dela sem deitar nada para fora. Rui mandou eu esperar e não engolir já pois queria juntar a porra dele com a de Luís para eu engolir junto. Eu tentei aguentar mas Rui demorou a gozar e eu tive que engolir a porra do Luís pois já estava me engasgando. Quando percebeu o que eu tinha feito Rui parou de me fuder e me deu um tapa na cara e me jogou no chão me chamando de puta reles. Ajoelhou junto de mim e me abriu as pernas com a máxima violência. Continuou a fuder minha buceta e gozou dentro dela. Para abafar seu urro de gozo mordeu meu peito com tanta força que quase fez golpe. Me doeu pra caramba e gritei de dor levando outro tapa na cara. Luís que já se havia recomposto nem ligou e Rui se levantou e recompôs também. Eu me levantei e perguntei se já podia ir embora! Confesso que gozei bastante mas não estava habituada àquilo, ainda!!!...Eles me liberaram e eu me arrumei e saí dali direita a casa. Tomei um banho e como não consegui para de pensar no que tinha acontecido me masturbei muito durante o duche!

Depois da aventura vieram as consequências! – parte I

Este conto é uma espécie de continuação do meu primeiro conto “Comida no Estúdio de Fotografia” e é igualmente verídico.
Pois bem, poucos dias depois do dia da “aventura” com o Pedro meu professor de Edição de Imagem me chamou no final na aula e disse que tinha esquecido o meu trabalho no gabinete dele, se eu queria ir lá buscar. Eu respondi que tinha de ser bem rápido pois tinha assuntos importantes da Associação de Estudantes para tratar. Ele disse que sendo assim ficaria para outro dia pois ele tinha que me dizer o que eu errei, para depois corrigir. Eu não me importei, pois já sabia a nota, só faltava mesmo ele me devolver o trabalho.
Meu professor, de nome Luís, à primeira vista não é nada de especial. Alias, tem cara de meio doido (rsrsrs). Mas é bem simpático e bom professor. Ele é pouco mais alto que eu, tem cabelo castanho-escuro, pele bronzeada do sol, olhos cor de mel escondidos debaixo de uns óculos bem graduados.
Só fui ter com o professor Luís na tarde do seguinte. Bati na porta do seu gabinete e me anunciei. Ele me mandou entrar. O gabinete tinha duas janelas que davam para a traseira da faculdade, mas os estores estavam a meio e por isso entrava pouca claridade. Ele mandou-me sentar na cadeira em frente da sua secretária e me explicou os erros que eu tinha feito no trabalho e como eu poderia melhorar.
- Agora vais mostrar-me o que aprendeste com o que eu te acabei de dizer. Tens aqui um vídeo e vais editá-lo como eu te ensinei. – dito isto virou o portátil dele para mim e eu cliquei no Play.
Filho-da-P***!... O mundo caiu nos meus pés quando eu vi, no ecrã do computador do meu professor, eu e o Pedro fudendo no Estúdio de Fotografia. Meu rosto deve ter ficado de todas as cores vendo aquelas imagens em tom verde, típico das imagens nocturnas. Depois de se deliciar com a minha cara de pânico, ele me disse:
- Pois bem, tu até podes melhorar o teu trabalho, mas só terás boa nota se fizeres igual, ou melhor do que fizeste com o teu namorado nesse dia!
Demorei a responder. A voz não saía da minha boca.
- Como é que filmou isto? – perguntei eu. Ele me disse que estava na arrecadação do Estúdio quando eu e o meu namorado entramos e que quando ia a sair para ver quem estava ali, percebeu o que se estava passando e pegou na câmara de filmar dele e decidiu filmar-nos. Me disse ainda que o barulho que nós ouvimos tinha sido ele que se desequilibrou pois quase que não aguentava de tanto tesão.
- Desde esse dia que tenho imensa vontade de te comer.
- O professor só pode estar doido! – disse eu com algum receio do que ele poderia fazer pois se levantou da sua cadeira e se aproximou de mim.
- Estou doido sim… Mas para comer-te! – trancou a porta e se sentou na secretária à minha frente – Não te faças de difícil, no fundo tu até queres isto! - abriu o fecho de suas calças e tirou o seu pau para fora. Estava já meio duro, não sei se por ouvir os sons vindos do computador ou se por ver a minha cara de medo – Podes começar a chupar! – dito isto aproximou o pau da minha boca e quase forçou a entrada – Chupa logo porra!
Eu abocanhei o caralho dele. Era muito maior que o do Pedro e que o do meu namorado anterior. Comecei, um pouco contrariada um movimento de vaivém muito mecânico.
- Ou chupas isso em condições puta ou garanto-te que vais passar o resto da tua vida no primeiro ano da faculdade!
Então eu decidi caprichar para ver se ele me deixava em paz de uma vez por todas. Passei a língua ao longo daquele caralho, chupei no buraquinho e depois só a cabeçona. Enfiei bem fundo na minha boca, mamei um pouco e depois chupei as bolas dele. Voltei a enfiar o pau na minha boca e lá dentro minha língua ia brincado com aquela pedra já bem dura e cheia de veias. Enquanto eu mamava nele o professor Luís tirou sua camisola e eu pude ver o quão bem aquele homem se tratava. Podia até nem ser atraente de cara, mas seu corpo (e seu pau) compensavam bem. Ele tirou o pau da minha boca e disse que não queria vir-se já.
Por coincidência, nesse dia eu estava também com o Traje da faculdade, mas apenas com o colete e a camisa, pois estava muito calor e eu trazia o casaco na mão. Meu professor me sentou na secretária dele e me tirou o colete e a camisa. Sem perder tempo tirando o sutiã, ele tirou minhas mamas para fora e as chupou como se fosse um cordeiro faminto. Aí eu comecei me excitando pois sua língua quente e até um pouco áspera parecia saber bem como tratar um mamilo. Enquanto lambia e chupava meus peitos o professor Luís subiu minha saia e procurou com sua mão minha rachinha já molhada. Desviou minhas cuequinhas e começou alisando o meu clítoris. Não aguentei e gozei. Ele sentiu meu gozo no seu dedo e deu para eu chupar, voltou a me acariciar e desta vez chupou ele seu dedo.
- Hum… Sabe tão bem!... Quero que gozes outra vez na minha boca! – assim se ajoelhou e abocanhou minha rata. Sua língua entrou na minha racha e dançou lá dentro um bom bocado. Luís ajudava com seu dedo tocando no meu clítoris e eu empurrava ainda mais sua cabeça contra a minha entrada quente e húmida. Ele me lambeu e chupou muito e eu gozei mais uma vez na boca dele e ele se deliciou muito
– És saborosa! - quando eu gozei ele se levantou e se posicionou. Levantou minhas pernas e colocou nos seus ombros – Quando me sentires dentro de ti nunca mais vais querer outra coisa! – ainda nem tinha acabado a frase já estava socando o pau em mim. Acho que ele fez isso com a sua máxima força de propósito para me magoar. E conseguiu! Seu pau era de facto muito maior que aquilo a que eu estava habituada. Mas aquela dor depressa se tornou em prazer, em muito prazer mesmo!! A velocidade ia diminuindo mas a força continuava e eu enlouquecia de tão bom que aquilo era. O professor Luís com um gesto brusco me virou de costas e me deu uma palmada no rabo.
- Encosta-te na secretária sua cabra! – aquilo me excitou ainda mais e eu obedeci. Ele enfiou dois dedos na minha xana e depois os enfiou na minha boca para eu chupar enquanto ele se esforçava para enfiar o seu cacete no meu cuzinho. Como não conseguiu à primeira, pois era muito grade, e se irritou e me deu outra palmada ainda mais forte que a primeira – Que merda de cu, caralho! – puxou minha cabeça pelos cabelos e disse para eu chupar um pouco para lubrificar o pau. Eu chupei com a ajuda dele que forçava o vaivém da minha cabeça. Quando ele decidiu que estava bom me jogou de novo na secretária e sem aviso socou no meu cu. Forçou bastante para entrar a cabeça. Quando conseguiu não parou mais até às bolas.
- Pára! Assim dói-me! Faz mais devagar! Por favor! – meus olhos já tinham lágrimas de tanto que me doía. Ele nem ligou e continuou a socar com a máxima força que conseguia. Quando estava prestes a gozar tirou o cacete do meu cu e me empurrou para sentar na cadeira, me mandou abrir a boca. Eu obedeci e ele gozou bem em cima da minha língua.
- Engole de boca aberta para eu ver!! – eu engoli, tal e qual ele mandou – Limpa-me o caralho com essa língua de puta! – eu limpei, passei a língua por aquele cacetão e não deixei pinga de esporra no pau dele.
- Linda menina!... Vês? Não custou nada!... És de facto uma grande cabra, assim como eu gosto!... – sorriu cínico para mim e se sentou na sua cadeira – Vou guardar este vídeo para se algum dia voltar a fazer falta!...
- Posso vestir-me e ir embora? – perguntei eu.
[Continua…]